Blog Day 2016

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

Apesar de correria e loucura que anda a minha vida esse ano por conta do TCC, eu não queria deixar passar essa data tão importante que é o Blog Day. E é por isso que fiz questão de arrumar um tempinho para o Livro de Memórias participar do seu segundo ano consecutivo.

Para quem não sabe, o Blog Day é comemorado no dia 31/08 e trata-se de uma iniciativa internacional que incentiva a divulgação de blogs bacanas entre blogueiros. A escolha da data vem por causa dos números, que “parecem” com a palavra “blog”: 3108. O site oficial que promovia o Blog Day não existe mais e a prática teria se desfeito se não fosse o Rotaroots que passou a idealizar o evento no Brasil por um tempo. Infelizmente esse grupo também entrou em hiatos, então é por isso que esse ano o Livro de Memórias, sem parceria nenhuma, resolveu comemorar a data sozinho mesmo. Acho que enquanto eu adorar blogs, não posso – e nem quero – deixar essa prática morrer.

Ao contrário do Rotaroots que incentivava indicar 15 blogs diferentes divididos em três categorias, eu resolvi indicar apenas os 5 dos meus blogs favoritos que mais adoro e que acesso de vez em quando para dar uma olhada. Não ando acessando muitos por causa da correria desse ano, como já falei, mas espero que isso passe logo e eu possa voltar a me dedicar novamente à blogosfera.

E agora, vamos às minhas cinco indicações:



Serendipity, por Melina Souza — Esse é o blog mais amorzinho do momento que eu amo tanto acessar, nem que seja para apenas ficar admirando as fotografias tão lindas que a Mel tira. É um blog que me traz paz, contentamento, plenitude e a sensação de que tudo vai sempre ficar bem, isso é algo que me conforta.

Meninices da Vida, por Camila Rech — Pensa numa pessoa super estilosa que posta fotos maravilhosas dos seus looks arrasadores! Essa é a Camila. São looks tão lindos que já usei alguns de inspirações para montar os meus próprios várias vezes. No blog ela também dá dicas de lojas onde comprar determinada coisa, decoração, tendências e fofurice.

Madly Luv, por Ana Flávia Cador — Se tem um blog que eu confio demais nas dicas e leio tudo prestando a máxima atenção, esse é o blog da Aninha. Ela costuma postar sobre arte e decoração, design, moda e beleza, textos pessoais, e tutoriais que sempre ajudam muito. Ela está prestes a viajar para a Inglaterra, e como é o meu sonho poder conhecer esse país um dia, claro que vou ficar ligada em cada palavra que ela escrever naquele blog.

Novas Alices, por Maria Ienke — Eu amo esse blog principalmente por causa das dicas e tutoriais sobre fotografia, onde explica os detalhes minuciosamente para qualquer pessoa entender, o que é ótimo para mim que não sou nenhuma “entendedora” de fotografia, mas me interesso bastante em conhecer e aprender. E além disso, ela também posta sobre moda, beleza, estilo de vida, entretenimento e várias coisas legais. Vale muito a pena acompanhar!

O mundo cabe na minha lente, por Emille — Atualmente ela está morando na Irlanda e no blog dela ela conta como é viver nesse país, a experiência de fazer o intercâmbio, lugares onde ela morou por lá, amigos que ela fez, e o quanto essa experiência toda tem sido enriquecedora para ela. Sem falar também das fotografias lindas que ela faz, desde paisagens lindas, passando por pessoas até objetos e detalhes.

FELIZ BLOG DAY!

[Falando sobre...] A vez em que participei de uma Olimpíada

quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Foto: Abano Piscina

Estão acontecendo as Olimpíadas Rio 2016 e, apesar de eu não ser nem um pouco esportista, eu adoro ver os outros competindo, poder torcer e vibrar pelo Brasil. Estou acompanhando bastante pela televisão a Ginástica Artística e Rítmica, Hipismo, Natação, Futebol Feminino, Vôlei, Levantamento de Peso, e vários outros que me der na telha.

Por isso, em clima de olimpíadas, me lembrei de uma que eu participei na minha cidade quando eu tinha 13 anos, e vou contar aqui:

Desde muito novinha, com 4 ou 5 anos, meus pais me colocaram na natação. Eles queriam que eu aprendesse a nadar e soubesse me virar sozinha numa piscina ou na praia, sem medos e sem que eu precisasse deles o tempo inteiro. Além também de que a natação é ótima para desenvolver o corpo; por causa da natação eu cresci bastante e sempre fui uma das alunas mais altas da minha turma na escola. Segundo minha mãe, “corpo de modelo de passarela”, hahahaha.

Eu aprendi a nadar muito bem e adorava nadar, eu era muito rápida e aguentava segurar a respiração durante um tempão debaixo d’água. Minhas duas irmãs mais novas também foram colocadas na natação pelos mesmos motivos, isso também ajudou muito minha irmã do meio a diminuir a rinite alérgica que ela tem. A natação é ótima para quem tem problemas respiratórios.

Com 11 anos fui estudar numa outra escola que tinha piscina, então nem preciso falar que eu adorava as aulas de natação e, modéstia à parte, era a melhor da turma, haha. Mas daí meus pais me tiraram do curso de natação na adolescência, e também as aulas de natação na escola foram se tornando cada vez mais raras até não ter mais para os adolescentes, mas sim só para as crianças até 10 anos. Injustiça e muito triste, eu sei. E foi assim que parei de nadar.

Então, vieram as Olimpíadas de Atenas em 2004, e a minha cidade organizou as Olimpíadas Intercolegiais Guarulhense, que eram olimpíadas mesmo entre as escolas de Guarulhos. E sabendo que eu nadava muito bem e sem perguntar se eu queria participar, meu professor de educação física na época me pediu para eu levar meu RG para ele porque ele iria me inscrever na natação e competir pela minha escola.

Claro que eu queria participar, mas o problema é que eu já tinha 13 anos e fazia um bom tempo que eu não nadava. Eu sabia todos os tipos de nados, nunca me esqueci, mas eu havia perdido completamente a resistência. Já não nadava mais tão rápido quanto antes e não aguentava tanto tempo debaixo d’água. Eu achava que no mínimo meu professor iria me treinar, mas ele não fez isso. Simplesmente me inscreveu e esperava que eu ganhasse sem treino. Isso não existe!

No dia da competição, eu nadei primeiro o de costas, competindo com outras três meninas. Eu estava muito enferrujada, me esforcei e cheguei em primeiro lugar, mas o problema é que na hora da chegada, ao invés de encostar a mão na parede DE COSTAS, eu me virei e encostei DE FRENTE, e isso é errado, são detalhes como esse que eu havia esquecido. Resultado: não valeu e não ganhei a medalha de ouro.

Fui nadar de novo como meu professor me inscreveu, só que dessa vez nadei o estilo crawl, competindo com outras sete meninas. O problema, mais uma vez, é que como eu não havia treinado antes, eu já estava extremamente cansada ainda do primeiro nado, mas mesmo assim me esforcei, arrumei forças não sei de onde, e consegui chegar em terceiro lugar. Só que o que eu não sabia é que eu havia sido DESCLASSIFICADA da competição por causa do erro do primeiro nado e ninguém me avisou, nadei pela segunda vez à toa, e, portanto, não ganhei a medalha de bronze.

Claro que eu queria ter ganhado as minhas medalhas, me esforcei bastante na hora da competição e saí extremamente exausta, mas isso também serviu para aquele meu professor aprender que simplesmente não se joga um atleta para competir sem treiná-lo antes, era responsabilidade dele fazer isso.

Enfim, depois que toda a olimpíada passou, minha escola reuniu todos os alunos no anfiteatro para premiar os alunos que participaram, tendo ganhado medalha ou não, e eu subi ao palco para receber aquela medalhinha simbólica por participação e os aplausos da escola, hahaha. Eu guardo até hoje.

Foi legal competir, apesar de tooodos os pesares. Eu lembro que enquanto eu esperava para nadar, fui conversando e fazendo amizade com algumas meninas de outras escolas que também esperavam pela sua vez, e me senti orgulhosa quando uma delas me disse que estava aliviada porque não iria competir comigo, já que eu nadava muito bem e ela sabia que eu ganharia dela, hehehe.

Valeu muito pela experiência.

Livro de Memórias na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

segunda-feira, 1 de agosto de 2016

Eis que dei um jeito de ressurgir dos mortos e atualizar o blog para confirmar que irei na Bienal do Livro SP 2016.

Eu estava em dúvida se afinal iria conseguir ir ou não, afinal tempo é o que eu menos tenho esse ano por conta da correria que anda o meu TCC, como já falei aqui antes; motivo pelo qual andei sumida e o blog um tanto quando desatualizado. Mas sabe como é, uma viciada em livros não consegue resistir, ignorar ou deixar passar o maior evento literário do ano que irá acontecer em São Paulo e que está ao seu alcance.


Eu andei dando uma olhada na programação e por enquanto acho que vou em três dias específicos. Se de repente eu decidir ir em mais dias ou trocar, eu aviso por aqui. Eu quero assistir a palestra com o Maurício de Sousa na Arena Cultural no dia 27/08 (sábado), às 11h. Quero assistir a palestra e tentar pegar autógrafos com a Carina Rissi e a Pam Gonçalves também na Arena Cultural no dia 31/08 (quarta-feira), às 19h. E por fim também quero ir na Mesa de Bate-Papo: Os bastidores dos realities gastronômicos com vários convidados no Cozinhando com Palavras no dia 03/09 (domingo), às 14h.

Apesar de eu não andar lendo muita coisa esse ano e estar bem desatualizada sobre os últimos lançamentos literários das editoras (como sempre por causa do meu TCC), eu ainda tenho uma lista de alguns livros um tanto antigos que eu quero muito ter na minha coleção e que vou tentar encontrar lá na Bienal. Talvez eu volte para fazer um post sobre quais são esses livros.

Essa é a terceira Bienal do Livro que eu vou. A primeira eu fui em 2012 com uns amigos e em um dia só, ainda estava conhecendo aquilo tudo. E a segunda vez foi em 2014, quando fui sozinha mesmo e em três dias, fiquei de manhã até anoitecer e fiz a festa, maravilhada com tanta coisa linda, eu parecia criança em loja de doce, hahaha. Eu não fui nas Bienais que aconteceram no Rio porque não tenho condições de ir pra lá, mas vontade não me falta com certeza.

Bom, de resto, é isso o que eu tinha para contar. Estou bastante empolgada e me preparando desde já para andar bastante, garimpar e me cansar, mas no final sei que vai valer muito a pena.

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