Como foi na Bienal do Livro SP 2016 [Parte 3]

terça-feira, 20 de setembro de 2016

Mais uma vez fui para a Bienal de final de semana, mas como eu já disse, esse ano os estandes estavam melhor posicionados, fazendo com que os corredores ficassem mais largos, e consequentemente ficasse muito mais fácil circular por lá, sem tantas pessoas se acotovelando para passar, precisando andar lentamente em fila indiana, como foi na Bienal de 2014.

Eu vivo chamando meus pais e também alguns amigos para irem na Bienal comigo, mas eles sempre têm “vários compromissos” e não podem ir. Não deve ser muito a praia deles ficar batendo-perna e garimpando nessas feiras de livros, hehe. Mas eu não me importo, não é a falta de companhia que vai me impedir de ir sozinha mesmo, para um lugar que eu tanto amo e que espero ansiosamente por dois anos para acontecer em São Paulo, hahaha.

Tem gente que deixa de ir para vários lugares, cinema por exemplo, por falta de companhia e acha que ir sozinho é “triste”. Sabe, eu acho que triste mesmo é não gostar da própria companhia; triste é deixar de fazer coisas que tem vontade por falta de companhia. Eu era assim, mas resolvi deixar de ser e começar a fazer mais coisas que eu tivesse vontade, independente da opinião alheia, e é por isso que eu realmente não me importo em ir para a Bienal sozinha.

Mas enfim, esse ano dois amigos meus surpreendentemente me disseram que iriam quando eu chamei, e achei até estranho, haha, mas uma delas pulou fora bem no dia marcado, hahahaha, mas um amigo muito querido meu que também ama livros foi e também levou a sobrinha dele, assim nós três passeamos, conversamos e rimos muito nesse dia.

04/09 (domingo)


Nesse dia eu cheguei na Bienal quando ela abriu, às 10h, e corri até o estande da Lojas Americanas porque iria rolar mais uma sessão de autógrafos com a Carina Rissi às 11h, e faltou ela autografar meu livro Destinado. Quando ela finalmente chegou, começou a atender as pessoas e a autografar seus livros, e eu como sempre só observando maravilhada aquela mulher que sou tanto fã enquanto aguardava a minha vez.

Quando finalmente chegou a minha vez eu cumprimentei ela e entreguei meu livro Destinado, ela perguntou o meu nome para ela escrever no livro, e quando eu respondi, ela olhou para a minha cara e comentou “Você estava na sessão de autógrafos na quarta, não estava?”. Eu respondi um “Siiiiiim!” toda animada por ela ter se lembrado de mim, dentre tantas e tantas pessoas com quem ela conversou, hahaha, imagina a minha felicidade. Ela disse “Foi bem corrido aquele dia, né? Mas que bom que você veio mesmo hoje para autografar o Destinado que ficou faltando”. E eu respondi apenas “Eu não perderia isso por nada”, tentando me conter e não assustá-la, porque o que eu queria mesmo responder é que eu adoro ela, adoro os livros dela, que eles me fazem muito bem, me animam, que eu admiro ela e que por tudo isso ÓBVIO que eu não perderia essa oportunidade de ver ela mais uma vez na Bienal enquanto fosse possível, hehe.


Uma menina que estava na minha frente na fila me pediu para tirar fotos dela com a Carina com o celular dela e eu tirei, então eu aproveitei para pedir o mesmo favor a ela quando chegou a minha vez, e entreguei minha câmera digital para ela. Eu vi que as fotos que ela tirou de mim ficaram muito boas, mas infelizmente eu perdi mais tarde por erro meu, o que me deixou chateada, hahahaha. Poxa, que azar.

Até tinha um fotógrafo tirando fotos de todo mundo com a Carina na sessão de autógrafos, mas só mais tarde eu descobri que ele não era contratado do Grupo Editorial Record e nem da Bienal do Livro. Talvez devesse ser das Lojas Americanas, mas entrei em todas as redes sociais deles e não achei essas fotos :(


Mais tarde chegou meu amigo com a sobrinha dele e nós três ficamos andando por lá olhando os estandes. Eu já sabendo onde ficava tudo e sendo uma verdadeira guia para eles quando eles queriam olhar algo específico, haha. Andamos bastante até cansar e precisarmos sentar em qualquer canto para descansar um pouco. O bom da Bienal é que o chão é acarpetado, o que é ótimo para as pessoas sentarem no chão mesmo, encostado na parede para descansar, afinal só quem já foi sabe o quando é exaustivo. Ficou então tarde e fomos embora. Ganhei carona e não precisei gastar dinheiro e tempo com ônibus e metrô em pleno domingo para voltar para casa, sucesso!


A Bienal estava maravilhosa e os estandes sempre cheios de novidades, promoções, sessões de autógrafos, atividades, interações, dentre várias outras coisas. Se você falar de absolutamente tudo, esse post ficaria gigantesco, mas fiquem com algumas fotos só para vocês terem um gostinho de como foi:





Infelizmente esse ano eu não fui em nenhum Encontro de Blogueiros organizado por alguma editora. Não sei se EU é que não fiquei sabendo de algum que rolou, ou então que ninguém organizou nada mesmo. É uma pena, eu fui em alguns na última bienal, adorei e queria ter ido de novo esse ano.




Uma coisa que eu preciso fazer para a próxima bienal é pegar os autógrafos e tirar foto com o Maurício de Sousa, o Ziraldo e o Pedro Bandeira sem falta. São três autores maravilhosos que eu admiro muito e que fizeram parte da minha infância. Vai estar na minha programação de coisas para fazer na próxima bienal em São Paulo, o que vai ser apenas em 2018 :(





Esse ano, com muita dor no coração, não comprei absolutamente nenhum livro na Bienal. Até achei alguns com desconto, livros que quero muito ter e que por isso estou sempre acompanhando o preço deles na Internet, mas como eu já disse, por conta do TCC que está sugando todas as minhas economias, não foi possível. Fazer TCC é realmente complicado, ele não demanda apenas tempo e sua energia, mas também custa dinheiro e não é barato. Mas tudo bem, foi por um motivo válido e sei que no final tudo valerá a pena.





Obs.: Eu tirei algumas fotos na Bienal, mas infelizmente perdi todas as fotos da minha câmera. Por isso todas as fotos desse post foram retiradas do Flickr oficial da Bienal do Livro de SP.

Não deixe de conferir também a Parte 1 e a Parte 2 do meu passeio pela Bienal de 2016.

Espero que tenham gostado e até a próxima Bienal do Livro SP em 2018!

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