[Degustação de Livro] Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor — Sarah Butler

sexta-feira, 31 de julho de 2015
Recebi, dessa vez por e-mail, mais uma prova de livro da Editora Novo Conceito. Trata-se de Dez Coisas que Aprendi Sobre o Amor, o primeiro livro de Sarah Butler, uma atriz estadunidense.

Sabe aquelas histórias que você lê só o comecinho dela, mas já sabe que vai se apaixonar? Tive a impressão que é uma história altamente tocante e que te deixa bastante emotivo. O tipo que te faz refletir sobre os acontecimentos pelos quais os personagens passam. A história se passa em Londres, o que já é um ponto a mais no meu quesito de histórias lindas.

O livro vai contar a história de Alice, uma moça que está de volta à casa de sua família porque recebeu a notícia de que seu pai está muito doente, ele tem câncer. Desde que sua mãe morreu, Alice se afastou de seu pai e suas irmãs mais velhas, não consegue mais se conectar com todos eles, e por isso ela passou a manter-se distante, viajando para lugares longínquos. Mas agora que está de volta, ela se sente uma estranha na vida daquelas pessoas e não sabe muito bem como agir.

Temos também a história de Daniel, um morador de rua de quase sessenta anos. Ele conta como é a sua vivência numa sociedade que faz de tudo para ignorá-lo, e ele precisa fingir que é invisível para todos. Ele sente muitas saudades de sua filha, que ele nunca conheceu.

Mas uma coisa que esses dois personagens têm em comum é a mania de fazer listas com dez itens de coisas que gostariam de fazer, de dizer para alguém, que os tornam felizes ou tristes.

Achei a capa do livro magnífica! O céu estrelado, Londres ao fundo, brilhos e flores. Chama bastante a atenção e com certeza chamaria a minha numa livraria.

Para já entrar no clima da história, eu também fiz uma lista com 10 coisas que eu sei sobre o amor:
  1. Você não ama alguém pela beleza, o nome disso é desejo. Você não ama alguém pela inteligência, o nome disso é admiração. Você não ama alguém porque é rico, o nome disso é interesse. Você ama alguém sem saber porque, isso sim se chama amor.
  2. Não é o amor que sustenta o relacionamento, é o modo de se relacionar que sustenta o amor.
  3. O amor pode desaparecer, e nem sempre há um motivo. Se alguém termina com você, isso não significa que você tenha falhado de alguma forma ou que você seja uma pessoa ruim.
  4. Você não é obrigado a “provar” o seu amor por ninguém. Se alguém te pede isso, é porque essa pessoa não te ama de verdade
  5. Amor não é sexo e sexo não é amor. O sexo pode fazer parte do amor, mas não é algo obrigatório.
  6. O amor desperta o sentimento de cuidar de alguém, de proteger; e esse sentimento pode assumir diversas formas (romântico, familiar, simpático).
  7. Amor não é apenas amar outra pessoa, mas também a si mesmo.
  8. Estar com uma pessoa amada alivia o estresse e te faz se curar mais rápido de alguma doença.
  9. Não há uma só pessoa no mundo para amar, mas várias.
  10. O amor não machuca. Abusos físicos e/ou emocionais não fazem parte do amor.

Espero que tenham gostado e que estejam tão ansiosos para ler o livro quanto eu! :)

TAG: One Lovely Blog

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Em junho a Juliana do Um Café e um Amor me indicou para responder a TAG One Lovely Blog. Nesse mês eu estava sem meu computador, então não pude responder na hora. Em julho eu passei a maior parte do mês tentando me organizar e colocar minha vida virtual de volta aos eixos. E agora estou aqui para responder a TAG, antes tarde do que nunca!

1. Por que decidiu criar um blog e quando começou?
Criei o blog em Maio de 2013. Nos meses anteriores eu descobri os famosos blogs de resenhas de livros e me apaixonei, comecei a acompanhar vários e minhas leituras aumentaram bastante quando comecei a seguir as indicações. Mais tarde eu fiquei com vontade de compartilhar minhas leituras também em forma de resenhas, e foi assim que eu criei o meu próprio blog.

2. Quais benefícios o blog te traz?
Nenhum financeiro, se é o que muita gente deve estar pensando. Mas aqui pude encontrar muita alegria, conhecer pessoas bacanas, dividir minha opinião com quem quiser ler. Graças ao blog, minhas leituras aumentaram drasticamente, e a minha dissertação de textos (em forma de resenhas) também melhorou muito. Enfim, é um cantinho só meu na Internet que me traz muita felicidade e paz.

3. Qual o post mais acessado?
O post mais acessado do blog é o [Dica: Blog] (Garota It) Pam Gonçalves. Nesse post eu falei sobre o blog da Pam que é um dos que mais gostava de acompanhar na blogosfera. Eu preciso atualizar esse post de novo, já que agora ela não tem mais blog, apenas o canal no Youtube.

4. Você usa as redes sociais?
Eu uso sempre a fanpage do blog para divulgar os novos posts que saem. Também divulgo post novo pelo Google+ no mesmo segundo em que vai ao ar. O blog tem também um twitter e um instagram, mas eu ainda não peguei o costume de divulgar os posts novos por lá.

5. Como o blog tem evoluído?
Acredito que ele acompanhe bastante a pessoa que eu sou, e isso inclui mudanças ao longo dos anos, e espero eu que para melhor sempre. No início ele tinha um layout bem pesado e cheio de gadgets porque eu estava animada em ter um blog e queria encher ele de coisas, na época eu também só tinha olhos para os livros, por isso eu só postava resenhas literárias. Hoje em dia o blog é mais clean porque eu anseio por organização, e também tornei o blog variado porque hoje me interesso por várias outras coisas além dos livros.

6. Já viveu algum fato importante por causa do blog?
Ainda não.

7. De onde nasce a inspiração para escrever e continuar com o blog?
Nasce de todas as coisas que me fazem feliz e que eu tenha vontade de compartilhar com o mundo através do blog. Para mim, não basta ler um livro ou assistir um filme/série e guardar minha opinião para mim sobre o que eu achei; eu preciso resenhar e postar no blog, recomendar o que eu acho bom e que deve receber mais atenção das pessoas.

8. O que você tem aprendido a nível pessoal e profissional esse ano?
O blog tem me ajudado a me tornar uma pessoa mais organizada. Com organização, eu não só evito faltar posts no blog, mas também me organizo com os estudos e trabalhos da faculdade, a fim de não deixar nada para a última hora.

9. Qual é sua frase favorita?
São tantas! Mas gosto bastante dessa do Caio Fernando de Abreu que me descreve muitíssimo bem:
Não sou para todos. Gosto muito do meu mundinho. Ele é cheio de surpresas, palavras soltas e cores misturadas. Às vezes tem um céu azul, outras tempestade. Lá dentro cabem sonhos de todos os tamanhos. Mas não cabe muita gente. Todas as pessoas que estão dentro dele não estão por acaso. São necessárias.

10. Qual conselho você daria para quem está começando agora no mundo dos blogs?
Se quiser criar um blog, crie um blog para VOCÊ, e não para os outros. Compartilhe nele coisas que te fazem feliz, que você goste, coisas que você entende, que são especiais para você. Talvez assim as pessoas venham a conhecer melhor a pessoa que você é, e assim pode acabar rolando uma amizade.

11. O que os blogs que você vai indicar têm em comum?
Não vou indicar ninguém, mas quem quiser fazer, fique à vontade e divirta-se bastante, tanto quanto eu me diverti respondendo às perguntas!

[Desafio das 52 semanas] Semana 30: Fico impaciente com pessoas que…

segunda-feira, 27 de julho de 2015
1. São mal-educadas no metrô
Gente que fura fila para entrar no metrô ou que sai empurrando quando a porta abre; gente que segura a porta do metrô para o amiguinho entrar e atrasa a viagem de todo mundo; gente que não vai descer na próxima estação, mas que também não sai da porta; gente que fica parado do lado esquerdo na escada rolante e, portanto, não dá passagem para quem está com pressa; gente que não oferece o lugar para o idoso sentar (independente se é assento preferencial ou não). Enfim, é um show de falta de educação o que se vê no metrô de São Paulo.


2. Reclamam de tudo
Gente pessimista que adora reclamar da própria vida e dos outros, como se alguém estivesse super interessado em ouvir. Não estou nem um pouco a fim de ouvir coisas negativas, a injustiça que você sofreu do seu chefe, o quanto todos os homens do mundo são machistas, o quanto todas as mulheres do mundo são falsas e venenosas, o podre de alguém, o quanto acha que nunca se dará bem na vida. Guarde sua negatividade para você, obrigada, de nada!


3. Não chegam no horário certo
Eu acho uma incrível falta de educação me atrasar para um compromisso, eu fico pensando na pessoa com quem combinei de me encontrar esperando lá sozinha. É por isso que sempre me programo para me arrumar e sair de casa no horário certo, já calculando o tempo que vou levar para chegar no local, e assim chegar na hora certa. Portanto, se eu consigo me organizar, por que você não? Não tenho a menor paciência com gente atrasada que não organizou o próprio tempo.


4. Jogam lixo no chão
Acho muita hipocrisia da parte das pessoas que dão discursos por aí de que não se deve jogar lixo no chão, mas quando está sozinho costuma fazer isso como se fosse a coisa mais normal do mundo. Depois vem reclamar de enchentes. Se eu não encontro uma lixeira por perto, eu SEMPRE guardo o lixo na minha mochila, para quando encontrar uma lixeira, poder jogar fora. Não é tão difícil assim gente, e eu já fico com uma grande sensação de tranquilidade por estar, no mínimo, fazendo a minha parte.


5. Ficam perguntando dos “namoradinhos”
Sinto muito, mas essa vai para as tias, haha. Eu não só acho que é chato e inconveniente ficar perguntando da vida pessoal dos outros desse jeito, mas também há casos em que a pessoa não se sente confortável em responder. Eu não ligo de estar solteira e por isso respondo (pela milésima vez) para as tias que não estou com ninguém, mas elas insistem e perguntam “mas não tem nenhum ‘peguete’ sequer?”. Deixem a vida pessoal das pessoas em paz! Quando elas estiverem namorando, elas vão apresentar para os amigos e familiares, mas até lá, pare de insistir e pressionar.


[RTVI] Quadro para TV: Eu Quero Saber

quinta-feira, 23 de julho de 2015

No primeiro semestre de 2015, quando eu estava no 5º semestre da faculdade de Rádio, TV e Internet, o trabalho do semestre consistia na criação, produção, gravação, edição e apresentação de um quadro para a TV aberta, mais especificamente que fosse bom o suficiente para passar no programa Fantástico. O tema escolhido pelos professores é Água. Deveríamos fazer três episódios de 5 minutos cada. Eu e outros dois amigos nos juntamos e voltamos com a produtora Cineart Produções, e juntos criamos o quadro Eu Quero Saber.


O Eu Quero Saber é um quadro infantil para a TV aberta, que aborda dúvidas e curiosidades relacionadas à água. Cada episódio tem duração de 5 minutos. O quadro é protagonizado por uma menina de seis anos chamada Sofia e por sua boneca Lola que “ganha vida” e se transforma numa menina de verdade. Juntas, elas vão em busca de respostas para as suas dúvidas relacionadas à água, utilizando um tablet para ter acesso à Internet.

O quadro é destinado ao público infantil, crianças na faixa etária dos 5 aos 8 anos de idade. Para criar o quadro, nós usamos como referência a série Sítio do Pica-Pau Amarelo (2001/Rede Globo), a novela Chiquititas (1997/SBT), a websérie Ticolicos e o quadro De Onde Vem (2001/TV Cultura).


Agora o grupo tinha apenas três pessoas para fazer tudo, é sim difícil, mas não impossível. Eu fiquei responsável pelo roteiro e pela direção dos episódios, ajudei também na direção de arte e mais uma vez emprestei meu apartamento e até mesmo o jardim do meu condomínio para as filmagens.

Descobrimos que é complicado demais trabalhar com crianças. Elas se cansam rápido e não querem mais gravar (daí precisamos fazer pausas), às vezes são tímidas demais para participar das filmagens (temos que tentar convencê-las), como elas são menores de idade, precisamos correr atrás dos pais delas para coletar a assinatura deles na autorização do uso de imagem e voz. Enfim, muita canseira, mas não tem como não ficar orgulhoso do resultado final, afinal quando cooperam nas gravações, as crianças são umas gracinhas aparecendo no vídeo.


Gravamos no meu apartamento (corredor do lado de fora, sala e meu quarto), gravamos no jardim do meu condomínio (pedimos a três crianças que também moram no condomínio que se interessaram para participarem), gravamos no parquinho do condomínio da minha tia (porque justo no dia da gravação o parquinho do meu condomínio estava fechado para reforma), gravamos no estúdio de TV da minha faculdade (porque precisamos usar o chroma key).

Com exceção das cenas no chroma key, nós gravamos tudo em um único dia, acordamos cedo e começamos as filmagens às 8h e só terminamos às 19h. Corremos contra o tempo porque precisámos aproveitar ao máximo a luz natural. Tudo isso para evitar gravar em outros dias, daí seriam mais gastos com transporte e alimentação.


Fiquem agora com os episódios:

  • EPISÓDIO 1: A História do H2O
Sofia é uma menina muito esperta e curiosa que um dia se pergunta de onde vem a água. Com a ajuda de sua boneca Lola, elas vão descobrir usando a Internet.




  • EPISÓDIO 2: Eita Sofia, a água acabou!
Sofia fica surpresa quando pede para sua mãe lavar sua boneca Lola que se sujou e a mãe diz que está faltando água. Para entenderem melhor o que está acontecendo, Sofia e Lola vão atrás de respostas dentro do tablet.




  • EPISÓDIO 3: Meça sua economia, parça!
Sofia e Lola sabem que todos devem economizar água, mas não sabem o que as pessoas devem fazer de verdade. Lola então resolve entrar na Internet para pedir a ajuda de outras crianças.



A atriz que fez a Sofia se chama Yasmin Nascimento, ela é sobrinha da colega de trabalho de um dos integrantes do grupo. A que interpretou a Lola se chama Natália Carvalho, é a minha irmã caçula, haha. Já as crianças que apareceram no episódio 3, Júlia Araújo, Júlia Peña e Micaelly Sodré, são crianças do meu condomínio que toparam participar das filmagens.

Para conhecer mais trabalhos da Cineart Produções, curta a fanpage e se inscreva no canal.
Contato: cineartproducoes@gmail.com



[Desafio das 52 semanas] Semana 29: Filmes que me falam ao coração:

segunda-feira, 20 de julho de 2015

1. Moulin Rouge – Amor em Vermelho
Para mim, esse é o melhor filme do mundo. Eu amo a história, amo as músicas, amo os atores, amo os números de dança, amo a mensagem que ele passa, amo tudo nele. Sou apaixonada por filmes musicais e esse ocupa a posição nº 1 no meu coração. Ele é divertido, engraçado, te deixa maravilhado com tanto talento de canto e dança, passa uma mensagem muito bonita e o final te deixa tocado.


2. Forrest Gump – O Contador de Histórias
Assisti esse filme milhares de vezes quando eu era criança e continuo amando até hoje. Quando se é criança, você não capta ou entende 100% da história, está ali apenas para ver o trivial. Mas depois que você cresce e começa a prestar mais atenção em cada mínimo detalhe do filme, você acaba sentindo de verdade o que ele quer passar, e foi assim que numa vez, assistindo o filme de novo depois de grande, eu me acabei em lágrimas com o final tão triste e tão lindo. Recomendo!


3. O Fabuloso Destino de Amélie Poulain
Para mim, esse filme vai além de ser um filme fofo, eu me identifico demais com ele, parece que estou assistindo a história da minha vida. A Amélie gosta muito de ajudar aos outros, mas se esquece da própria felicidade, de correr atrás daquilo que possivelmente a faria feliz, simplesmente porque ela tem medo. Eu admiro a personagem quando ela correu atrás dos seus sonhos porque eu ainda não cheguei nessa etapa da minha vida, mas até ela atingir esse objetivo, eu tenho vontade de abraça-la e falar “te entendo, miga”. (Resenha)


4. Edward Mãos de Tesoura
O filme conta a história de um rapaz chamado Edward que é bondoso e ingênuo, mas durante toda a sua vida viveu isolado. Ele é levado para interagir com outras pessoas, mas por ser diferente e fora do padrão de “normalidade”, acaba sendo muito criticado pelas pessoas e sofrendo preconceito, levando-o de volta à reclusão e a comportamentos antissociais. Um filme que nos faz refletir sobre nossas atitudes e sobre o preconceito que muitas vezes temos com quem é diferente de nós. (Resenha)


5. Mary e Max – Uma Amizade Diferente
Achei esse filme por acaso, me interessei em assistir porque gosto de animações stop-motion, mas não imaginava que fosse ficar tão tocada pela história de um homem de 44 anos e de uma menina de 8 anos que são solitários, mas que começam a trocar cartas e encontram uma linda amizade um no outro. O filme aborda temas pesados como melancolia e depressão, mas ao mesmo tempo consegue ser sensível, cativante e brilhante. Ele explora a fundo a essência humana e é baseado em fatos reais. (Resenha)

[Rotaroots] Como eu viveria no meu lugar fictício favorito?

sexta-feira, 17 de julho de 2015
Este post faz parte do Rotaroots, um grupo no facebook de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. São propostos memes e blogagens coletivas mensais, e você tem até o último dia do mês para publicar no seu blog. Não é obrigatório participar de todos. Para saber mais, conheça o grupo.

» Lembra de quando você pensou em como seria a primeira temporada do sitcom da sua vida? E se você pudesse viver no seu lugar fictício FAVORITO? Hogwarts, Nárnia, Panem… não importa, é hora de contar como seria sua vida lá!


Não tinha como ser diferente, o meu lugar fictício favorito em todo o mundo é a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Nunca desejei tão ardentemente fazer parte de um mundo como esse. Para mim ele é real e o melhor lugar do mundo. Quando eu morrer, é para lá que eu quero ir. Hogwarts is my home!

Logo no Expresso de Hogwarts eu tentaria fazer amigos para ter com quem dividir minha ansiedade e emoção, e também para me segurarem quando eu começasse a dar uma de louca, dando pulinhos e gritinhos por aí, com tanta felicidade, hahaha.


Apenas de entrar no Salão Principal seria uma experiência e tanta. Eu não conseguiria parar de olhar para todos os lados, maravilhada com tudo: o teto encantado, a arquitetura, o ambiente acolhedor, os fantasmas, os alunos, os professores, toda aquela comida e principalmente a sensação de me sentir explodindo de felicidade.

Ficaria muito feliz em qualquer casa que eu caísse. Mas eu já fiz o teste do Chapéu Seletor no Pottermore, e segundo ele, minha casa é a Grifinória, então seria para lá que eu iria. No Salão Comunal da Grifinória, muito provavelmente passaria longas horas lá nos dias livres, talvez lendo livros ou me aquecendo ao redor da lareira.


Acho que estudaria muito, desde o primeiro ano, para aprender a me tornar uma animaga; sei que não é fácil, mas eu não desistiria nunca e não importaria quanto tempo levasse. Eu também me daria muito bem voando numa vassoura, já que sempre ansiei por voar e não teria medo, por isso eu tentaria fazer parte do Time de Quadribol da Grifinória, na vaga de Artilheira.


Não deixaria de visitar o Hagrid na cabana dele sempre que desse, iria bastante na Sala Precisa, na biblioteca (devoraria o livro Hogwarts, uma História), não faltaria em absolutamente nenhuma aula e acho que acabaria gostando mais de Feitiços e Poções. Também tiraria muitas fotos do terreno, das criaturas mágicas e de mim com os amigos; não só porque amo guardar esse tipo de recordação, mas também porque seria lindo demais ver as imagens se mexerem.


Uma vez em Hogwarts, eu poderia visitar Hogsmeade em alguns finais de semana. Tomaria muita Cerveja Amanteigada no Três Vassouras porque sou dessas que gosta de se aquecer por dentro num clima frio, iria na Zonko’s só pra poder zoar os colegas mais tarde (huehue br) e principalmente na Dedos de Mel porque sou fascinada por doces.

Com certeza passaria meus natais em Hogwarts (desculpe família) e me divertiria horrores. Seria o natal dos meus sonhos, literalmente mágico. Brincaria na neve, comeria aquele super jantar de natal até não aguentar mais, jogaria xadrez (se já adoro xadrez, imagina então o xadrez de bruxo, haha), trocaria presentes com os amigos e depois iria dormir me sentindo bastante satisfeita.


Quando o ano letivo acabasse, ficaria até triste por ter que voltar para casa e começaria a contar os dias para o próximo ano letivo.

Para Sir Phillip, com Amor — Julia Quinn

quarta-feira, 15 de julho de 2015
Série: Os Bridgertons #5

Título original: To Sir Phillip, with Love
Autor: Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Gênero: Histórico, Romance
Ano: 2015
Páginas: 288
ISBN: 9788580413625
Lido em: Março de 2015
Nota: 
Sinopse: Eloise Bridgerton é uma jovem simpática e extrovertida, cuja forma preferida de comunicação sempre foram as cartas, nas quais sua personalidade se torna ainda mais cativante. Quando uma prima distante morre, ela decide escrever para o viúvo e oferecer as condolências. Ao ser surpreendido por um gesto tão amável vindo de uma desconhecida, Sir Phillip resolve retribuir a atenção e responder. Assim, os dois começam uma instigante troca de correspondências. Ele logo descobre que Eloise, além de uma solteirona que nunca encontrou o par perfeito, é uma confidente de rara inteligência. E ela fica sabendo que Sir Phillip é um cavalheiro honrado que quer encontrar uma esposa para ajudá-lo na criação de seus dois filhos órfãos. Após alguns meses, uma das cartas traz uma proposta peculiar: o que Eloise acharia de passar uma temporada com Sir Phillip para os dois se conhecerem melhor e, caso se deem bem, pensarem em se casar? Ela aceita o convite, mas em pouco tempo eles se dão conta de que, ao vivo, não são bem como imaginaram. Ela é voluntariosa e não para de falar, e ele é temperamental e rude, com um comportamento bem diferente dos homens da alta sociedade londrina. Apesar disso, nos raros momentos em que Eloise fecha a boca, Phillip só pensa em beijá-la. E cada vez que ele sorri, o resto do mundo desaparece e ela só quer se jogar em seus braços. Agora os dois precisam descobrir se, mesmo com todas as suas imperfeições, foram feitos um para o outro.

Para Sir Phillip, com Amor é o quinto livro da série Os Bridgertons, escrito pela Julia Quinn. O livro vai contar a história de Eloise Bridgerton e Phillip Crane.

Eloise sempre gostou muito de escrever cartas e costuma escrever várias para todos que ela conhece. Sempre foi uma jovem extrovertida e animada. Ela já é considerada solteirona, mas não ligava muito para isso porque costumava ter sua amiga Penelope para serem solteironas juntas. Mas depois que Penelope se casou, Eloise começa a pensar que não quer ser uma solteirona sozinha e passa a desejar um casamento.

Phillip é formado em botânica e costuma se isolar em sua estufa para cuidar das mais variadas espécies de plantas. Ele era casado há 8 anos com Marina, e desse casamento tiveram gêmeos, Oliver e Amanda, que costumam aprontar muito, mesmo tendo apenas 7 anos. Logo descobrimos que eles aprontam para tentar chamar a atenção dos pais que são ausentes em suas vidas, e isso os deixa muito tristes, embora não admitam.

Marina sempre esteve mergulhada numa depressão profunda, e embora Phillip não a amasse, era doloroso para ele vê-la nesse estado. Um dia ela morre de pneumonia, deixando Phillip e seus filhos.

Pouco tempo depois, Phillip recebe uma carta de uma prima distante de Marina, Eloise Bridgerton, que oferece suas condolências. A partir daí, os dois resolvem trocar correspondências durante um ano, até que um dia Phillip a convida para visita-lo e passar um tempo na casa dele para se conhecerem. Phillip sabe que precisa de uma mãe para seus filhos que estão cada dia mais indisciplinados, e Eloise parece ser esse tipo de pessoa alegre que fará os filhos gostarem dela, e quem sabe passar a obedecê-la e se comportarem.

Sem responder a última carta dizendo que aceita o convite, Eloise parte em segredo de sua família para a residência de Phillip no campo e o surpreende com sua chegada assim tão de repente. Ao primeiro momento eles se decepcionam um com o outro. Eloise é muito tagarela para ele e Phillip é muito rancoroso e fechado para ela. Não viam como um casamento entre eles podia dar certo, mesmo assim Eloise permanece na casa para tentar conhece-lo melhor e também conhecer aos filhos dele que, para sua surpresa, ela nem sabia que existiam, já que ele nunca os mencionou nas cartas que trocavam.

Phillip mal dá atenção para Eloise, preferindo sempre ficar recluso na sua estufa, e os filhos dele vivem aprontando com ela, exigindo que ela vá embora. Eloise terá muito trabalho para conquistar as crianças e descobrir se ela e Phillip são compatíveis, mas ela não se importa e está determinada a fazer tudo dar certo.


Achei Eloise muito corajosa nessa história. Abandonar o conforto de sua casa e o amor de seus familiares por um tempo para morar numa casa onde é odiada pelas crianças e ignorada por Phillip. Que homem bruto e crianças maldosas, hahaha! Mas por sorte Eloise é muito paciente e inteligente, por isso ela soube contornar a situação e lidar com todos.

Mas claro que dá pra entender o motivo pelo qual Phillip e seus filhos são como são. Eles três só precisavam de alguém que conversasse com eles e os entende-se, já que Marina não pôde fazer esse papel. Gosto muito dessas histórias com personagens que acham que não tem salvação, até que aparece alguém disposto a estender a mão para eles.

Essa é a primeira vez que não temos as passagens de Lady Whistledown iniciando cada capítulo, já que no livro anterior foi revelado quem é ela e o mistério finalmente acabou. Nesse livro cada capítulo é iniciado com um trecho de uma carta diferente que Eloise enviou para cada pessoa que ela conhece, mostrando assim um pouco da personalidade da personagem.

Essa é uma história linda, muito bem contada e que vale a pena ser lida. Estou amando demais essa série, Julia Quinn arrasa!


♦ The Bridgerton
1. The Duke and I (2000) – O Duque e Eu
2. The Viscount Who Loved Me (2000) – O Visconde Que Me Amava
3. An Offer from a Gentleman (2001) – Um Perfeito Cavalheiro
4. Romancing Mr. Bridgerton (2002) – Os Segredos de Colin Bridgerton
5. To Sir Phillip, with Love (2003) – Para Sir Phillip, com amor
6. When He Was Wicked (2004) – O Conde Enfeitiçado
7. It’s in His Kiss (2005) – Um Beijo Inesquecível
8. On the Way to the Wedding (2006) –

[Desafio das 52 semanas] Semana 28: Minhas maiores “neuras” e manias são:

segunda-feira, 13 de julho de 2015


1. Mania de organização
Não consigo ver nada desorganizado que eu já fico inquieta querendo colocar cada coisa em seu lugar, de modo a deixar o ambiente mais acessível e limpo para todos, e assim poder seguir com a minha vida em paz. Acredito que desordem atrasa a vida de todo mundo e isso não é legal. Estou sempre mantendo meu quarto organizado.


2. Neurótica com horários
Se tenho que estar em determinado lugar em tal horário, já começo a me planejar com antecedência para estar nesse lugar não no horário, mas sim chegar com no mínimo dez minutos adiantada. Há casos em que eu já cheguei uma hora mais cedo, graças à minha neura de não querer chegar atrasada e acabar atrapalhando a vida das pessoas com quem combinei de me encontrar. Acho uma grande falta de educação quem costuma chegar atrasado e não está nem aí.



3. Mania de falar “tipo” ou “meu” em todas as minhas frases
Como nasci e cresci em São Paulo, não consegui escapar da mania de acrescentar essas palavras em quase todas as minhas frases: “Tipo assim...”, “Meu, como pode?”, “Meu, sério mesmo?”, “É tipo um negócio louco...”. Podem rir, hahaha.


4. Tenho neura de dormir sem cobertor
Não consigo dormir sem ter pelo menos um cobertor na minha cama. No frio, eu faço bom uso dele; no calor, eu ligo o ventilador e tiro o cobertor, mas ele precisa continuar na cama, nem que seja lá no cantinho. Não sei, eu fico achando que vou sentir frio no meio da noite, por mais calor que faça, e daí é bom já ter o cobertor na cama comigo, ao invés de ter que levantar e pegar no armário.



5. Mania de cheirar livros
Sempre que eu entro numa livraria ou numa biblioteca, eu já consigo sentir aquele cheiro afrodisíaco de livros, sejam eles novos ou velhos, e isso já me deixa muito feliz porque livros são muito amor! Mas gosto mesmo de sentir o cheiro mais intensamente, então quando pego um livro nas mãos, eu preciso sentir o cheiro dele sempre.

[+QP] E se você tivesse um caderno que tudo que você escrevesse nele se tornasse realidade?

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Se eu tivesse um caderno no qual tudo que eu escrevesse se tornasse realidade, acho que eu acabaria escrevendo tudo em forma de história da minha vida. Contaria a história de uma menina chamada Renata cujos maiores sonhos se tornariam realidade, fossem eles grandes ou pequenos.

Quando criança, Renata ganharia de presente um cavalo. Sim, um cavalo. Desde que me entendo por gente, sou apaixonada por cavalos, é o meu animal favorito em todo o mundo, sempre quis ter um e aprender a montar. Seria muito feliz galopando por aí, haha. Renata moraria numa casa grande no qual ela e suas irmãs teriam um quarto para cada uma e assim não precisariam mais brigar por espaço. Nessa casa também teria uma piscina no quintal, já que ela sempre gostou muito de nadar, depois de ter feito natação.

Na adolescência, Renata teria começado um curso de teatro para afastar sua timidez. Também ganharia a oportunidade de ir num show da Britney Spears e depois conhecer a própria pessoalmente, abraçar, beijar, dizer o quanto a admira, ganhar um autógrafo e tirar uma foto juntas. Ela também viajaria para a Inglaterra e lá não só poderia conhecer a J.K. Rowling, mas também teria acesso livre ao set de filmagem dos filmes de Harry Potter, até apareceria nas filmagens como figurante e já ficaria feliz só por entrar em Hogwarts.

Já na fase adulta, Renata viajaria bastante por todo o mundo, tiraria muitas fotos e documentaria tudo no seu blog, teria experiências incríveis e inesquecíveis. Também compraria seu próprio apartamento, espaçoso e com uma linda vista, um cantinho que seria só seu, no qual decoraria do jeito que quisesse. Nesse apartamento ela teria um escritório com as paredes revestidas de estantes com seus livros favoritos (que não seriam poucos). Adotaria dois gatos, faria algumas tatuagens, perderia o medo de dirigir e compraria seu próprio carro.

Sonhos absurdos também estão valendo. Renata teria “poderes” ou a habilidade de poder voar muito alto e para muito longe, também seria capaz de atravessar paredes, mover objetos com o poder da mente, se tele transportar para qualquer lugar do mundo (evitando-se assim trânsitos), invisibilidade e até mesmo se metamorfosear (o poder da Tonks, da série Harry Potter, que consiste em escolher a cor dos próprios cabelos, dos olhos, formato do corpo etc.).

Seria mesmo maravilhoso escrever num caderno tudo o que a gente quer e essas coisas se tornarem realidade como num passe de mágica, mas infelizmente a realidade não é assim. Ou será que é felizmente? Conseguir as coisas desse jeito seria fácil demais e acabaria se tornando chato. Cadê o desafio, lutar por aquilo que se quer e se realizar quando se conquista?

Mas eu acho válido escrever num caderno todos os nossos maiores sonhos de vida, e a partir daí, lutar para conquistar cada um deles. Quando a coisa é conquistada com muito esforço, a vitória se torna muito melhor, mais gratificante e realizadora.

Renata Carvalho
(19.07.2015)

O +QP (Mais Que Palavras) é um grupo no Facebook que propõe temas mensais de escrita para desenvolvermos mais nossa criatividade na hora da dissertação de textos, contos, crônicas, poesias e o que mais quisermos. É um empurrãozinho para sairmos da nossa zona de conforto e nos aventurarmos a bolar textos cada vez mais elaborados e criativos. Todo mês é selecionado um tema, mediante votação, e você tem até o último dia do mês para publicar seu texto no seu blog. Para saber mais, conheça o grupo.

[Desafio das 52 semanas] Semana 27: Coisas legais para se fazer nas férias:

segunda-feira, 6 de julho de 2015

1. Ficar em dia com seus livros, filmes e séries
Quem me conhece sabe que amo demais ler livros e assistir filmes e séries. Minha lista de livros que eu quero ler só aumenta, estou tentando acompanhar dez séries ao mesmo tempo (e ainda quero começar a assistir mais) e tenho vontade de assistir TODOS os filmes disponíveis na Netflix. Mas todos sabem como é, fica difícil tudo isso por conta do trabalho e estudo. É por isso que as férias é momento perfeito, no qual você está livre para poder (ou pelo menos tentar) ficar em dia com tudo isso.


2. Viajar
Eu não viajo tanto quanto gostaria, mas quando tenho a oportunidade, se me chamarem pra viajar, no momento seguinte já estou fazendo as malas, não importa para onde vamos. Nas férias é o momento perfeito para isso. Trocar o ambiente de sempre da sua rotina por lugares novos, respirar novos ares, novas paisagens, novas pessoas, é maravilhoso!


3. Organizar sua vida
Um dos motivos porque eu anseio tanto pelas férias é porque terei tempo para organizar minha vida, que com o tempo vira uma bagunça ao longo do semestre e eu sem tempo para arrumar tudo, ainda mais eu que prezo tanto pela organização. Nas férias eu costumo arrumar meu armário e gavetas, o baú da minha cama-box, doar ou jogar fora coisas que não preciso mais, e até mesmo excluir arquivos do meu computador que não uso mais. Me sinto renovada depois de fazer tudo isso.


4. Ver os amigos e familiares
Com a vida corrida do dia-a-dia, é sempre difícil ver os amigos e familiares. Mas quando chegam as férias e eu tenho tempo, gosto não só de rever essas pessoas que gosto muito, mas também sair para qualquer lugar e até mesmo viajar. Viajar para lugares novos e em companhia de pessoas queridas é sempre ótimo, eu costumo me divertir muito.



5. Dormir e acordar tarde
Nas férias, está 100% liberado ir dormir e também acordar a hora que quiser. Curtir preguiça ao máximo, descansar bastante e aproveitar esses momentos. Acho que todo mundo merece se dar a esse luxo que muitas vezes só é possível nas férias mesmo, então aproveite bastante esse momento porque logo acaba, quando a rotina voltar.

[Lente Criativa] Inverno

quarta-feira, 1 de julho de 2015
O Lente Criativa é um grupo no Facebook que visa valorizar a fotografia e criatividade, pretendendo-se criar um projeto fotográfico único com pessoas que usem seus olhares criativos para fazer fotografias originais com amor por essa ação. São propostos desafios fotográficos mensais, onde todo mês é selecionado um tema como assunto daquele mês. As fotos devem ser publicadas do dia 1 até o dia 15. Para saber mais, conheça o grupo.

» Como é um tema que dá muita ~abertura pra fotografar o que quiser em relação ao clima frio ou a sensação fria, o título do post fica por conta de vocês (mas não há nenhum problema caso queira usar "inverno" mesmo). Estamos em um projeto fotográfico que visa DESAFIOS, sendo assim, esperamos que novamente vocês se desafiem a experimentar lugares e composições ainda inexploradas pelas suas lentes.

O tema escolhido do mês de julho é INVERNO. Pelo menos esse mês, aqui na minha cidade, tem feito muito mais dias quentes do que frios. Nem parece que estamos no meio do inverno com o sol quente e lindo que abre todos os dias por aqui, o que me deixou maravilhada. Não gosto nem um pouco de frio, prefiro muito mais o calor. Mesmo assim, resolvi fazer fotos que remetem às coisas que eu gosto muito de fazer no inverno.

Esse é o "inverno" da minha cidade: ensolarado
Amo ler livros no inverno, debaixo do cobertor. Esse mês comprei a série Fallen que amo muito! <3
Conheci o desenho Hora de Aventura e agora eu assisto direto na Netflix. Já estou viciada!
Companhia do meu bebê no inverno é sempre bem-vinda, eu esquento ele e ele me esquenta
Garu folgado e lindo

E essas são as fotos dos participantes do projeto que mais gostei. Atualizarei esse post conforme forem saindo mais fotos lindas!

E muito obrigada às lindas Jú Oliveira do Viagens de Lucrécia e Kaline do Memorizando Idéias, por terem indicado o Livro de Memórias no post desse mês! 

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