[Desafio das 52 semanas] Semana 13: Fico sem graça quando…

segunda-feira, 30 de março de 2015

1. ...vou cumprimentar alguém e fico no vácuo.
É constrangedor quando vou cumprimentar alguém, seja abraçando ou dando beijo no rosto, e a pessoa não me viu e continua sua conversa, me deixando no vácuo. Eu até tento disfarçar e fingir que nada aconteceu, mas pior é quando outra pessoa reparou no meu vácuo e esse “ser” PRECISA alardear pra todo mundo que eu fiquei no vácuo. Nunca façam isso!

2. ...alguém me elogia.
Morro de vergonha quando alguém me elogia, eu nunca sei o que fazer, só sorrir feito boba e corar nitidamente. Sou muito humilde e não saio me gabando dos meus feitos. Sou aquela pessoa que gosta de ficar na sua e não chamar atenção, daí quando vem alguém me elogiar pra outras pessoas na minha frente, e essas pessoas olham pra mim, quero me enfiar num buraco.

3. ...cantam parabéns pra mim no meu aniversário.
Várias vezes meus familiares e meus colegas da escola cantaram parabéns pra mim no meu aniversário. Vocês já devem ter percebido que eu morro de vergonha de ser o centro das atenções, portanto esses momentos são muito constrangedores pra mim. Fico muito feliz e agradecida por esse gesto, mas não consigo evitar ficar com vergonha. Eu não sei o que fazer. Não faz sentido eu também bater palma pra mim mesma, então o que fazer com as mãos? Hahaha

4. ...não me lembro de alguém que vem falar comigo.
Quando chega alguém em mim e fala “Oooi Renata, nossa quanto tempo! Como você está?”. Eu não sei o que fazer. A pessoa chegou em mim toda animada e eu vou cortar o barato dela dizendo que não me lembro dela? Mantenho a conversa como se a conhecesse? Eu respondo que estou bem e tal, mas normalmente eu não consigo disfarçar e fico com aquela expressão de dúvida tão nítida que a pessoa acaba percebendo e diz “Você não se lembra de mim, não é?”. E é aí que eu preciso rir e admitir que não me lembro.

5. ...preciso falar em público.
O meu maior pesadelo! Se só conversar com um desconhecido já fico sem graça, imagina então falar pra um grande público? Eu começo a suar, minhas mãos tremem e eu começo a gaguejar mais do que nunca. Me sinto pressionada nesse tipo de situação, não consigo organizar na minha cabeça o que tenho pra dizer, o que acaba me dando um branco enorme. Enfim, um momento que prefiro evitar ao máximo.


Ser Feliz é Assim — Jennifer E. Smith

quarta-feira, 25 de março de 2015
Título original: Temp Me at Twilight
Autor: Jennifer E. Smith
Editora: Galera Record
Gênero: Romance, Young Adult
Ano: 2014
Páginas: 400
ISBN: 9788501047786
Lido em: Fevereiro de 2015
Nota: 
Sinopse: A vida — assim como o amor — é cheia de conexões inesperadas e enganos oportunos. Uma ligeira mudança no curso pode gerar consequências surpreendentes. Afinal, às vezes, o desvio, o atalho é o verdadeiro caminho. A estrada que deveríamos ter escolhido desde sempre... Se pelo menos tivéssemos a coragem de fazer do coração nossa bússola. Graham Larkin e Ellie O'Neill não poderiam ser mais diferentes. O rapaz é um ídolo adolescente, um astro das telas de cinema; uma vida calcada na imagem. O cotidiano constantemente sob o escrutínio dos refletores. Agentes, produtores, RPs, assessores... Já Ellie passou a vida escondida nas sombras, fugindo de um escândalo do passado enterrado em sua árvore genealógica. Mas, mesmo sem aparentemente nada em comum, os dois acabam se conhecendo — ainda que virtualmente — quando Graham envia a Ellie, por engano, um e-mail falando sobre o porco de estimação Wilbur. Esse primeiro contato leva a uma correspondência virtual entre os dois, embora não saibam nem o nome um do outro. Os dois trocam detalhes sobre suas vidas, esperanças e medos. Então Graham agarra a chance de passar tempo filmando na pequena cidade onde Ellie mora, e o relacionamento virtual ganha contornos reais. Mas será que duas pessoas de mundos tão diferentes conseguirão ficar juntas? Será que o amor é capaz de vencer — mesmo — qualquer obstáculo? E mais importante... é possível separar ilusão de realidade quando o coração está em jogo?

Graham Larkin tem 17 anos, mora em Los Angeles e é um ídolo adolescente, um astro de cinema que vive da sua imagem e cuja vida agora é acompanhada por milhares de pessoas em todo o mundo. Tal sucesso estrondoso o afastou da vida que ele conhecia antes, dos amigos e até mesmo dos próprios pais, que ficaram assustados com a nova vida do filho e não sabem bem como lidar com isso, acabando por serem artificiais e se afastarem. Graham sente-se solitário por isso, mas só até enviar um e-mail errado sem querer e ele acabar na caixa postal de outra pessoa.

Ellie O’Neill tem 16 anos e mora com sua mãe numa pequena cidade costeira chamada Maine onde quase todos os vizinhos se conhecem. Ninguém sequer desconfia, mas as duas moram lá para se esconderem de um escândalo do passado delas que querem tanto esquecer, envolvendo alguém da família. Ellie leva uma vida tranquila com conhecidos amáveis da cidade e trabalhando numa sorveteria com sua melhor amiga Quinn, até o dia em que recebe por engano um e-mail.

A partir daí Graham e Ellie começam a conversar e se conhecerem melhor, e pelos próximos três meses se sentem felizes e satisfeitos por poderem compartilhar qualquer coisa banal um com o outro, mas sem mencionar nomes e o que fazem da vida.

Tudo o que Graham sabe é que Ellie mora em Maine, e tendo se encantado com ela e envolvido por um forte desejo de conhecê-la, resolve exigir com o diretor do filme que está participando que algumas cenas sejam filmadas nessa cidade, e como o diretor já precisava mesmo de uma cidade como essa para algumas cenas do filme, acabou topando.

Graham aparece de surpresa e Ellie fica muito espantada quando descobre que a pessoa com quem vinha trocando e-mail era um astro de cinema. Sua felicidade se deve não ao fato de ele ser famoso, mas sim por finalmente poder conhecer seu confidente virtual, afinal também estava gostando muito dele. E a partir de então eles tentam passar um tempo juntos aproveitando a companhia um do outro, mas logo eles descobrem que isso vai ser muito complicado por causa da vida agitada e exposta que ele leva, exatamente o contrário que Ellie quer para si.


Da mesma autora de A Probabilidade Estatística do Amor à Primeira Vista, Jennifer E. Smith nos traz mais uma história profunda e intensa sobre acontecimentos banais e corriqueiros que só ela sabe contar. Ela mostra um outro olhar, além do superficial que estamos acostumados a enxergar, sobre coisas que a gente acha que conhece.

A vida de um astro de cinema deve ser demais, não é? Sem a chateação de ser comum e cheia de festas, coletivas de imprensa, entrevistas, sessões de fotos, autógrafos, ser amado por milhares de pessoas em todo o mundo. Mas será que conseguimos ver além disso? Será que isso basta?

Nesse livro fica claro que a vida de Graham não é exatamente completa e tudo aquilo que ele sonhou. Está faltando coisas fundamentais na sua vida como o amor e a atenção de seus pais, o companheirismo das pessoas (ao invés de falsidade), a saudade de poder andar livremente por aí sem ser abordado por paparazzis, e principalmente alguém que o entenda de fato sem julgá-lo. É um caso a se pensar.

Adorei ver a contradição que move a vida dos personagens. Graham e Ellie querem ficar juntos e se conhecerem melhor pessoalmente, mas Ellie não pode ser reconhecida pelo mundo através dos paparazzis e Graham não quer trazer nenhum incômodo à ela como uma grande exposição da vida dela apenas por estar saindo com ele. Como lidar com esse tipo de situação?

A melhor descrição que eu tenho para esse livro é: Não sei o que dizer, só sentir.

Eu esperava que a história fosse dar uma reviravolta e tudo ia mudar, eles iriam de fato fazer algo e lutar contra tudo e todos para evitar o inevitável e o livro acabaria tendo um final diferente. Mas sabe de uma coisa? Não me decepcionei com o desfecho da história. Estou conhecendo um pouco mais a Jennifer E. Smith e já estou percebendo que os livros dela não tem o famoso e clichê “...e viveram felizes para sempre”. São histórias mais reais, quer a gente queira isso ou não, e se aprendermos a aceitar, conseguiremos apreciar muito mais os livros dela.

A história me conquistou e me prendeu de tal maneira que ainda fiquei muitos dias pensando nela, mesmo depois de já ter passado um bom tempo desde que terminei de ler o livro. Gosto muito dessas histórias que me fazem refletir sobre a realidade. E se vocês gostam também desse tipo de leitura, não deixem de ler Ser feliz é assim.


[Desafio das 52 semanas] Semana 12: Coisas para se fazer no frio:

segunda-feira, 23 de março de 2015
Eu já fiz um post desses do Rotaroots onde eu indicava coisas para se fazer no inverno, você confere ele AQUI. Mas no post de hoje, vou indicar MAIS coisas pra se fazer no frio:


1. Vestir roupas elegantes
Confesso que tenho dificuldades para me vestir bem no inverno, normalmente eu visto um monte de roupas tentando me aquecer e fico parecendo uma mendiga, haha. Acho muito mais fácil montar um look de verão (short, regata ou um vestidinho que já fica show). Mas se o tempo não estiver tããão frio assim, se for outono por exemplo, acho que já dá para vestir uma bota chique de cano longo, malhas, moletom estiloso, cachecol, touca ou chapéu.



2. Tomar banho muito quente
Tá certo que é muito difícil entrar no banho quando está frio e de sair também, mas nesse meio tempo, quando estou debaixo do jato de água quente, é maravilhoso sentir todos os músculos do corpo descongelarem e relaxarem.

3. Ir em festivais de inverno
Pode recomendar coisas de que nunca participei? Essa é uma recomendação de amigos que dizem que é muito bom. Fiquei sabendo que os Festivais de Inverno de Campos do Jordão e Paranapiacaba, ambos em SP, são maravilhosos e divertidos. Você assiste apresentações lindas de corais, orquestra, recitais, concertos, participa de cursos de formação musical com renomados nomes da música nacional e internacional, experimenta comidas típicas de cada região. Sem contar que essas cidades por si só já são de tirar o fôlego, e é sempre bom conhecer lugares novos. Esses festivais acontecem sempre no mês de julho.


4. Jogos
Outra coisa para se fazer em casa quando está frio lá fora. Chamar os amigos para uma competição de jogos de tabuleiro, jogos no videogame ou mesmo jogar sozinha (no meu caso, amo jogar The Sims). Então essa é uma opção para se divertir no inverno.


5. Comer fondue
Outra coisa que nunca experimentei, mas estou colocando na lista por causa de recomendação de amigos. Eu imagino que deve ser muito bom. Eu já sou apaixonada por frutas normalmente, imagina então mergulhá-las no chocolate quente derretido? Acho que eu não gostaria muito de fosse com queijo derretido, mas para quem gosta, também fica a dica.





[Degustação de Livro] A Playlist de Hayden — Michelle Falkoff

sexta-feira, 20 de março de 2015

É realmente cruel começar a leitura de um livro sem saber exatamente o que esperar, ele acabar te conquistando de uma forma que você não esperava, te deixar ansioso para saber o que acontece a seguir, e de repente o “livro” parar de uma forma tão abrupta. Como lidar?

Foi isso o que eu senti quando recebi a prova do livro A Playlist de Hayden para conhecer. Eu não queria que o livro parasse onde parou, preciso saber como continua, simplesmente não sou dessas que começa a ler um livro e não termina. Normalmente eu me esforço pra terminar de ler mesmo os livros que eu não estou curtindo muito, imagina então os livros que eu comecei a gostar? Por isso estou aqui agora desesperada para saber como A Playlist de Hayden continua. Apenas oito capítulos são suficientes para te levar à loucura, hahaha.

O livro vai contar a história de Sam, um jovem que numa manhã qualquer vai até a casa de seu melhor amigo Hayden, disposto a fazer as pazes depois de uma briga que tiveram numa festa. Sam tenta acordar Hayden em sua cama, mas o amigo não se mexe. Só então ele nota uma garrafa de vodca vazia e um frasco de remédio de tarja preta também vazio ali do lado. Por fim, ele repara no pendrive de Hayden ao lado de um bilhete que diz para Sam ouvir as músicas dali, que ele irá entender.


Não é spoiler contar que Hayden morre porque isso aconteceu bem antes do prólogo do livro. Mas o mistério gira justamente em torno da morte dele. Sam vai se perguntar o porquê ele fez isso, o que a seleção de músicas que Hayden deixou para ele significa, vai começar a relembrar várias situações que eles passaram, conversas que tiveram e vai ter que aprender a lidar com o irmão mais velho de Hayden e seus amigos que costumavam praticar bullying com os Hayden e Sam.

A Playlist de Hayden é o primeiro livro da escritora Michelle Falkoff que tem lançamento agora no dia 6 de abril de 2015 pela editora Novo Conceito.

A propósito, obrigada Novo Conceito pela oportunidade de conhecer essa história. Achei muito bacana essa iniciativa de mandar uma prova do livro para os fãs. Tenho um carinho muito grande por essa editora. Já li e resenhei vários livros dela que tanto gostei aqui no blog e também já falei AQUI que foi um dos melhores estandes que visitei na Bienal do Livro SP 2014.

Espero que tenham gostado e que estejam tão ansiosos para ler esse livro quanto eu!


Paixão ao Entardecer — Lisa Kleypas

quarta-feira, 18 de março de 2015
Série: Os Hathaways #5

Título original: Love In The Afternoon
Autor: Lisa Klaypas
Editora: Arqueiro
Gênero: Histórico, Romance
Ano: 2015
Páginas: 272
ISBN: 9788580413557
Lido em: Fevereiro de 2015
Nota: 
Sinopse: Mesmo sendo uma família nada tradicional, quase todos os irmãos Hathaways se casaram, até mesmo Leo, que era o mais avesso a essa ideia. Mas para a caçula Beatrix, parece não haver mais esperança. Dona de um espírito livre, apaixonada por animais e pela natureza, Beatrix se sente muito mais à vontade ao ar livre do que em salões de baile. E, embora já tenha frequentado as temporadas londrinas e até feito algum sucesso entre os rapazes, nunca foi seriamente cortejada, tampouco se encantou por nenhum deles. Mas tudo isso pode mudar quando ela se oferece para ajudar uma amiga. A superficial Prudence recebe uma carta de seu pretendente, o capitão Christopher Phelan, que está na frente de batalha. Mas parece que a guerra teve um forte efeito sobre ele, e seu espírito, antes muito vivaz, se tornou bastante denso e sombrio. Prudence não tem a menor intenção de responder, mas Beatrix acha que ele merece uma palavra de apoio – mesmo depois de tê-la chamado de estranha e dito que a jovem é mais adequada aos estábulos do que aos salões. Então começa a escrever para ele e assina com o nome da amiga. Beatrix só não imaginava o poder que as palavras trocadas teriam sobre eles. De volta como um aclamado herói de guerra, Phelan está determinado a se casar com a mulher que ama. Mas antes disso vai ter que descobrir quem ela é. 

Paixão ao Entardecer é o quinto e último livro da série Os Hathaways, escrito por Lisa Kleypas. Mais uma vez não consegui evitar sentir um aperto no coração por chegar ao final de mais uma série que eu tanto gostei de acompanhar.

E o livro vai finalmente contar a história da caçula Beatrix Hathaway e Christopher Phelan.

Beatrix é uma jovem de 23 anos que prefere o ar livre aos salões de baile. Gosta de caminhar por campos e bosques, prefere a companhia dos animais do que de pessoas. Recolhe criaturas abandonadas e feridas para cuidar delas, e se não podiam mais sobreviver sozinhas na natureza, Beatrix as criava como mascotes. Desse modo ela se sentia feliz e realizada. Entretanto, com o tempo, Beatrix tem notado um sentimento de insatisfação. Ela queria alguém que a fizesse feliz, e certamente nunca os encontrava nos salões de Londres. Ela queria ser amada com paixão, ser desafiada e superada. Alguém que fosse páreo para seu espírito forte e aventureiro.

Christopher tem 30 anos, é sofisticado e sabe ser civilizado. Sua família tem uma fortuna significativa de navios. Constantemente era visto nos salões dançando com belas damas, bebendo, jogando, comprando roupas finas e se envolvendo em escândalos amorosos. Beatriz e Christopher já se encontraram antes em bailes e piqueniques, e Bea sempre o considerou muito arrogante depois de ouvi-lo cochichando com um amigo a natureza peculiar dela.

Ele é um oficial e está lutando na guerra da Crimea, mas se corresponde através de cartas com Prudence Mercer, uma grande amiga de Beatrix. Prudence mostra uma dessas cartas a Bea, insatisfeita com tanta chateação que são as notícias da guerra, mas que acabou tocando muito o coração de Bea. Ele mostrava vulnerabilidade na carta por estar na guerra, enfrentando o perigo, a fome e a solidão, e isso a comove.

Beatrix insiste para Prudence responder a carta dele e lhe dar conforto, mas a amiga não está nem um pouco interessada nisso e fala para Bea responder a carta, como se fosse ela. Bea não consegue acreditar nisso, mas também não quer deixa-lo esperando por uma resposta, por isso ela lhe escreve palavras reconfortantes, e assina com o nome de Prudence.

A partir daí os dois vão começar a trocar cartas e Beatrix não vai conseguir evitar se apaixonar por ele, o que é uma coisa muito ruim, já que ele também está se apaixonando... mas por Prudence, já que acredita ser ela a sua correspondente.

Quando ele volta para casa, perdidamente apaixonado por Prudence, rapidamente vai perceber que tanto Prudence quando Beatrix não são exatamente o que ele esperava, o que vai deixa-lo muito confuso com seus sentimentos. E como se não bastasse ter que lidar com isso, Christopher também precisa lidar com seus instintos de guerra que ainda estão muito aguçados e qualquer pequeno barulho inesperado já é motivo para ficar em alerta e assustado. Mas o que ele não esperava é sentir-se tão em paz e relaxado justamente na presença de Beatrix.


Christopher não é nem um pouco diferente do resto da sociedade que vê os Hathaways como uma família muito esquisita e libertina que não se comportam devidamente, mas gostei de ver como a opinião dele começou a mudar pouco a pouco conforme ia conhecendo mais Beatrix e sua família. É uma boa lição de que não devemos julgar algo ou alguém antes de conhecermos.

A família Hathaway cresceu consideravelmente desde o primeiro livro: Cam e Amélia tiveram um menino chamado Rye e depois outro menino chamado Alex. Win e Merripen tiveram um menino chamado Jason Colen, apelidado de Jàdo. Poppy e Harry tiveram uma menina ruiva chamada Elizabeth Grace. Leo e Catherine tiveram gêmeos, uma menina chamada Emmaline e um menino chamado Edward. E como era de se esperar, Beatrix e Christopher também vão ganhar um bebê, mas como não teremos mais outro livro dessa série, não sabemos se será menino ou menina e qual será o nome.

Adorei conhecer a Lisa Kleypas e a série Os Hathaways. Uma série histórica que se passa na Inglaterra do século XIX, regado a bailes suntuosos onde cavalheiros deveriam cortejar jovens e belas damas da sociedade. E o divertido é que essa família tem um pouco da atualidade, quando não conseguem se encaixar na sociedade porque tem pensamentos e vontades próprias, falam o que pensam e não ligam muito para fofocas, e prezam o casamento pelo amor acima de tudo.


A Série:

The Hathaways
1. Mine Till Midnight (2007) – Desejo à Meia-Noite
2. Seduce Me At Sunrise (2008) – Sedução ao Amanhecer
3. Tempt Me at Twilight (2009) – Tentação ao Pôr do Sol
4. Married By Morning (2010) – Manhã de Núpcias
5. Love In The Afternoon (2010) – Paixão ao Entardecer


[Desafio das 52 semanas] Semana 11: Meus brinquedos preferidos na infância eram:

segunda-feira, 16 de março de 2015
1. Animais de pelúcia da Maritel
Esses bichinhos de pelúcia da Maritel Brinquedos e Pelúcias é o principal elemento que corresponde toda a minha infância. Eu e minha irmã brincamos com eles mais do que qualquer barbie, boneca, casinha juntos! Meu amor por esses bichinhos é tão grande que até hoje eu tenho guardado comigo. Estão bem velhinhos, os olhos arranhados, os pelos desgastados, mas que marcaram demais a minha infância. E os nomes que eu dei a eles são bem “originais”: Porquinha, Zebrinha, Coelhinha, Tigrinha, Elefantinho etc. Hahaha.


2. Bichinho Virtual
Ganhei de presente de aniversário especificamente esse da foto, vermelho de botões amarelos. Era aquele verdadeiro vício que todo mundo já sabe. Eu levava o meu para a escola junto com os colegas e nos divertíamos, até o dia que a professora deu um basta nisso devido à desatenção dos alunos nas aulas por preferirem cuidar dos seus bichinhos. Daí eu tive que deixar o meu em casa pra minha tia mais nova cuidar. O problema é que minha tia ficou louca com tantos bichinhos pra cuidar, já que não só eu, mas meus primos e primas tiveram que fazer o mesmo. Quem achava que era fácil cuidar de um bichinho desses, não era não!


3. Bicicleta
Ganhei dos meus avós paternos uma bicicleta que usei durante muitos e muitos anos. Na época eu ainda não sabia andar de bicicleta e tinha medo, por mais que meu pai me encorajava a aprender e tentava me ajudar. Um dia, eu vi que um primo mais novo que eu aprendeu a andar na bicicleta dele, foi então que eu dei um basta nesse meu medo, não admitiria que alguém mais novo que eu andasse de bicicleta e eu não. Peguei firme na bicicleta e não demorou nada até aprender também. Foi maravilhoso e libertador. Hoje não tenho mais bicicleta, mas às vezes vou ao Parque do Ibirapuera, em São Paulo, alugo uma bicicleta de lá e fico andando, é demais.


4. Pianinho
Bastava apertar as teclas desse pianinho que ele emitia sons de bichinhos, notas musicais e ainda cantava (em inglês) “O fazendeiro tinha uma fazenda ia, ia, ô!”. Minha mãe comprou pra mim, mas logo ela se arrependeu de tantas e tantas vezes que eu fazia barulho nele, sempre as mesmas músicas, sempre os mesmos sons pela casa inteira e o dia inteiro, haha. Saudades!


5. Susi
Na minha época, a Susi era um pouco mais barato do que uma Barbie, por isso minha mãe comprou mais a Susi pra mim. Eu não entrava nessas brigas das colegas sobre se era a Barbie ou a Susi que era a melhor. Eu gostava muito das duas e pra mim não tinha competição.


[+QP] Mulheres + Feminismo

sexta-feira, 13 de março de 2015
O +QP (Mais Que Palavras) é um grupo no Facebook que propõe temas mensais de escrita para desenvolvermos mais nossa criatividade na hora da dissertação de textos, contos, crônicas, poesias e o que mais quisermos. É um empurrãozinho para sairmos da nossa zona de conforto e nos aventurarmos a bolar textos cada vez mais elaborados e criativos. Todo mês é selecionado um tema, mediante votação, e você tem até o último dia do mês para publicar seu texto no seu blog. Para saber mais, conheça o grupo.

O tema escolhido para o mês de março é: MULHERES. É difícil pra mim falar das mulheres sem poder citar o feminismo. Um movimento tão grande e importante que já acumula várias conquistas em todo o mundo, mas que ainda está longe de conquistar todos os direitos das mulheres. Espero que gostem!



MULHERES + FEMINISMO

Antes de qualquer coisa, por favor, entenda que feminismo NÃO É o oposto de machismo. E também feminismo NÃO É misandria, vejo muita gente achar que é a mesma coisa. Para quem não sabe, misandria é o ódio aos homens. São aquelas pessoas que dizem que todos os homens devem morrer e que as mulheres é que vão governar acima de tudo e todos.

O feminismo nada mais é do que um movimento pela igualdade.

A mulher é dona do próprio corpo, portanto ela pode fazer o que bem quiser com ele. Deveria ser comum a mulher querer se vestir do jeito que ela quiser, assim como os homens são livres para se vestir como quiserem. Pra quê tanta preocupação com o corpo alheio das mulheres? Ninguém fica julgando a forma como os homens se vestem, então não fique julgando a forma como as mulheres se vestem também, por favor.

E PARE com as cantadas na rua! Isso está longe de ser um elogio, está mais para uma ameaça. A mulher não sabe quem você é e nem do que você é capaz, portanto ela acaba se sentindo ameaçada, preocupada. O que um homem espera conseguir de uma mulher quando resolve cantar ela na rua? Você acha que ela ficaria e se apaixonaria por alguém que lança cantadas baratas para qualquer uma na rua? Claro que não! Isso me leva a crer que o homem não está necessariamente querendo chamar a atenção da mulher (porque ele deve saber que nunca vai conseguir nada), mas sim está fazendo isso apenas para se mostrar aos amigos, se alto-afirmar como homem, do contrário acha que suas bolas vão cair. Se ele quer tanto impressionar os amigos, então dê cantadas neles!

Outra coisa, homens e mulheres sentem desejos e atrações, é natural dos dois, portanto se é comum um homem ir para a balada e ficar com quantas mulheres ele quiser, também deveria ser comum uma mulher ir para a balada e ficar com quantos homens ela quiser, sem ser julgada por isso.

E com relação ao aborto, questão essa que envolve o direito de escolha exclusivamente da mulher. Saiba que muitas mulheres não são a favor do aborto, mas sim são a favor da legalização do aborto. Não venha julgar se você não entende a diferença!

Uma mulher que quer interromper sua gravidez está desesperada, não está pronta para criar aquele bebê, não se sente preparada. E para ela chegar a esse ponto de desespero, é porque o bebê já foi abortado pelo pai, já foi abandonado por ele, isso quase ninguém fala.

As mulheres lutam pela legalização do aborto para não terem que fazer às escondidas, de forma ilegal e irem presas. E acredite, elas VÃO fazer o aborto, de uma forma ou de outra, não importa o que a lei diz. Elas querem fazer tudo de forma legal, serem acompanhadas por um médico regulamentado. Se o aborto fosse legalizado, as complicações diminuiriam muito e já não haveria mais tantas mortes dessas mulheres.

E para as pessoas que pensam que haveria milhares de mulheres querendo abortar se o abordo fosse legalizado, saiba que não é bem assim. A última coisa a que a mulheres recorreriam seria ao aborto, afinal não é um processo fácil de tolerar. Envolve toda uma cirurgia de risco como qualquer outra. Como eu disse, só se as mulheres estivessem mesmo desesperadas e não tivessem outra escolha.

Nos países em que o aborto é legalizado, há profissionais e psicólogos que antes conversam com a mulher, informam sobre outras coisas que elas poderiam fazer tais como dar o bebê para adoção ou quem sabe orientá-la a ensiná-la a cuidar de um bebê. É essa falta de informação que faz as mulheres no Brasil acreditarem que não tem outras escolhas.

Enfim, mais justiça, respeito e igualdade entre homens e mulheres.

E quando eu digo igualdade, significa que eu sou contra a licença paternidade ser de apenas cinco dias. A licença maternidade não se trata apenas do período para a mulher se recuperar do parto, mas também para cuidar do bebê. O bebê é tanto da mulher quanto do homem, precisa de cuidado dos dois, afinal foram os dois que o fizeram. Então não tem essa da mulher ter que cuidar do filho e o homem só “ajudar” de vez em quando, quando “quiser” ou “puder”.

E também sou contra o alistamento militar obrigatório para os homens. Conheço homens que não gostariam de estar se candidatando, portanto acho que deveria ser opcional tanto para os homens quanto para as mulheres.

Renata Carvalho
(14.03.2015)



E aproveitando o assunto do post, resolvi indicar aqui a fanpage da Kaol Porfírio. Ela é uma ilustradora que resolveu homenagear as mulheres do mundo dos games, livros, filmes e séries. Então, com base nessas verdadeiras heroínas que nos enchem de orgulho, da próxima vez que alguém te disser “Você luta como uma garota”, orgulhe-se e diga “Obrigada!”.


Manhã de Núpcias — Lisa Kleypas

quarta-feira, 11 de março de 2015
Série: Os Hathaways #4

Título original: Married by Morning
Autor: Lisa Klaypas
Editora: Arqueiro
Gênero: Histórico, Romance
Ano: 2014
Páginas: 272
ISBN: 9788580412895
Lido em: Fevereiro de 2015
Nota: 
Sinopse: Quando herdou o título de lorde Ramsay, Leo Hathaway e sua família passavam por um dos momentos mais difíceis de sua vida. Mas agora as coisas vão bem. Três de suas quatro irmãs já estão casadas, uma preocupação que Leo nunca teve consigo mesmo. Solteiro inveterado, ele tem uma certeza na vida: nunca se casará. Mas então a família recebe uma carta que pode pôr tudo isso em risco: se Leo não arrumar uma esposa e gerar um herdeiro dentro de um ano, ele perderá o título e a propriedade onde todos vivem. Solteira e sem pretendentes, a governanta Catherine Marks talvez seja a única salvação da família que a acolheu com tanto carinho. O único problema é que Leo não compartilha do mesmo afeto que suas irmãs têm pela moça. Para ele, Catherine é uma megerazinha cheia de opinião que fala demais. Apesar de irritá-lo e quase o levar à loucura, ela é a primeira – e única – mulher com quem ele considera se casar. Catherine, por sua vez, tem uma opinião igualmente negativa a respeito do patrão. Além disso, ela esconde alguns segredos do passado e um deles pode destruir a vida que tão cuidadosamente construiu para si. Agora Leo e Catherine precisam um do outro, mas para vencer as dificuldades e consertar as coisas eles terão que superar as turras e as diferenças, num romance intenso e sensual que só Lisa Kleypas poderia ter escrito.

Manhã de Núpcias é o quarto livro da série Os Hathaways, escrito por Lisa Kleypas. Dessa vez não demorei nem um pouco para partir para a leitura desse livro, depois de ter terminado o anterior dessa série. Meu gosto pela leitura voltou com uma rapidez impressionante, o que me deixa muito feliz.

Esse livro agora vai contar a história de Leo Hathaway e Catherine Marks.

Leo é o irmão mais velho e herdou o título de lorde Ramsay, sendo assim toda a sua família se mudou com ele para uma casa em Hampshire. Ele era noivo de Laura Dillard, que morreu de escarlatina. A partir daí virou alcoólatra e não ligava para mais nada de sua vida, até ver que suas irmãs estavam preocupadas com ele e ele resolver mudar. Leo foi para a França com Win para ela se tratar, e dois anos depois quando retornaram, ela recuperada, Leo resolveu se redimir com sua família e se tornar um homem melhor, mas trancou seu coração para não se apaixonar novamente.

Catherine foi aceita como governanta na época que Leo e Win estavam na França. Ela é uma moça direita e nobre, respeitadora e fiel. Foi contratada por Amélia e Cam para ensinar Poppy e Beatrix a como se comportar feito damas na sociedade, mais tarde tornou-se dama de companhia das meninas. Quando os irmãos voltam para casa da viagem, Leo e Catherine se conhecem e no mesmo instante não se dão bem, e a partir daí eles começaram a brigar um com o outro incansavelmente.

Mas apesar das constantes brigas, nenhum dos dois consegue ignorar a atração que vem crescendo desde os livros anteriores, e que nesse já é quase incontrolável. Uma das maiores alegrias de Leo é provocar Cat sem motivo nenhum, apenas pelo prazer de estar na companhia dela. Catherine não consegue ficar quieta diante das provocações dele e acaba perdendo a compostura, brigando com ele e sendo sarcástica, mesmo sendo seu patrão, mas apesar de não abaixar a cabeça pra Leo, ela também não consegue evitar sentir tremores e arrepios na presença dele.

Tudo seguiria assim de não fosse a carta que chegou à família, determinando que Leo precisa se casar e gerar um herdeiro do sexo masculino no período de um ano, do contrário a família perderia aquela casa que tanto lutaram para cuidar e tornar um lar. Leo não quer largar sua vida de solteiro de jeito nenhum, embora pense muito que só há uma mulher na vida dele que gostaria de desposar, mas não vai ser fácil tentar convencer justamente Catherine, que não só tenta lutar contra seus sentimentos, mas também quer a todo custo manter enterrado um segredo obscuro do seu passado e não quer que ninguém descubra, principalmente os Hathaways.


A típica história do casal que briga para esconder seus verdadeiros sentimentos, esconder a paixão que na verdade sentem um pelo outro. Acho divertido esse tipo de coisa, gosto de ver as brigas bobas e sem fundamento, tudo pelo desespero de tentar esconder o amor que sentem um pelo outro. Leo acaba sendo o primeiro a dar o braço a torcer e se declarar, mas Cat ainda está muito arisca por causa de várias coisas, e por isso Leo terá muito trabalho em tentar convencê-la a confessar seus verdadeiros sentimentos.

A evolução de Leo ao longo dos livros é surpreendente. Ele começa como um bêbado incorrigível na série, passa por várias fases de redenção até se descobrir apaixonado e insistente pela mulher que ama. E eu também não queria falar nada, mas morri de amores pelo Hodger, o simpático e levado furão da Beatrix que conseguiu sozinho unir dois casais, haha.


A Série:

The Hathaways
1. Mine Till Midnight (2007) – Desejo à Meia-Noite
2. Seduce Me At Sunrise (2008) – Sedução ao Amanhecer
3. Tempt Me at Twilight (2009) – Tentação ao Pôr do Sol
4. Married By Morning (2010) – Manhã de Núpcias
5. Love In The Afternoon (2010) – Paixão ao Entardecer


[Desafio das 52 semanas] Semana 10: Minhas comidas preferidas são:

segunda-feira, 9 de março de 2015

1. Batata-frita
Eu morro por batata-frita, eu diria até que é a minha comida favorita em todo o universo. Minha mãe costuma comprar um pacote grande de batata-frita que a gente costumava comer como mistura no almoço, mas eu aboli isso e tornei a batata-frita como lanche da noite aos finais de semana. Eu frito um monte mesmo e como toda feliz com minha família quase todo sábado à noite.


2. Chocolate
Não importa se é sorvete, bolo, mousse, bolacha, pavê... Se for de chocolate, eu já estou amando. Sou dessas chocólatras assumidas e não consigo viver sem e nem enjoar. Pra mim chocolate é vida e sempre torna o meu dia melhor. Já pedi chocolate de presente no meu aniversário e comemorei como se tivesse ganhado na loteria quando ganhei caixas de bombom dos meus parentes. Quer me conquistar de verdade? Me dê chocolate!



3. Hambúrguer
Sou apaixonada por qualquer tipo de hambúrguer, já me sinto no céu logo na primeira mordida. Ir ao McDonalds portanto é uma das maiores felicidades da minha vida. Gosto principalmente daqueles bem grandes, com direito a duas carnes de hambúrguer, tomate, salada, queijo, molho, bacon. Adoro!


4. Purê de batata com carne moída
Batata é vida, não é minha gente? Hahaha. Eu também amo purê de batata, principalmente com molho de tomate e carne moída. Volta e meia eu peço para a minha mãe fazer para os almoços de domingo, até ajudo nos dias que estou desejosa de purê de batata. Amo demais!


5. Salada de frutas
Sou eternamente apaixonada por frutas, como todos os dias e não dá pra ficar sem. Agora, juntar todas essas frutas picadas num pote só e acompanhar com leite condensado ou calda de chocolate já se torna a minha perdição. Paro tudo o que eu estiver fazendo para saborear e ninguém pode falar comigo enquanto eu estiver no paraíso, hehe.


Bônus: Lasanha
Eu não queria deixar de fora a lasanha. Nada de inventar de colocar milho e ervilha junto. Gosto quando tem só presunto, queijo e carne moída com molho de tomate. Essa é outra comida que às vezes eu peço para a minha mãe fazer (coitada da minha mãe, haha), mas claro que normalmente eu a ajudo a preparar tudo, realmente não me importo quando se trata de algo que estou louca para comer.



[Lente Criativa] Partes de Mim

sexta-feira, 6 de março de 2015
O Lente Criativa é um grupo no Facebook que visa valorizar a fotografia e criatividade, pretendendo-se criar um projeto fotográfico único com pessoas que usem seus olhares criativos para fazer fotografias originais com amor por essa ação. São propostos desafios fotográficos mensais, onde todo mês é selecionado um tema como assunto daquele mês. As fotos devem ser publicadas do dia 1 até o dia 15. Para saber mais, conheça o grupo.

» Cada um interpreta da sua forma e o que queremos que você registre é exatamente aquilo que faz parte de você. Depois daí, cada um é que sabe do que é formado ou o que nos completa.

O tema do mês de março é PARTES DE MIM. Inicialmente eu levei bem ao pé da letra, imaginando que teria que tirar fotos de alguma parte do meu corpo, hehe. Mas depois eu resolvi abrir a mente para novas interpretações. Resolvi selecionar fotos de pessoas, coisas e ideias que realmente fazem parte de mim, que dizem que eu sou, coisas que eu amo. Leiam as explicações de cada foto para entender melhor. Espero que gostem!

Minha família. Da esquerda para a direita: Minha irmã Natália, eu, meu pai, minha mãe e minha irmã Carol. Fazem parte totalmente de mim e nunca abro mão.

Meus gatos Garu e Lylú. Ele já tem cinco anos e ela tem oito anos. Meus bebês que me enchem o saco e aprontam demais, mas que amo muito e me fazem muito feliz.

Um bando de adolescentes de 17/18 anos no 3º ano do ensino médio, em 2008. Minha antiga escola tem essa tradição no qual os alunos formandos dançam quadrilha na festa junina mediante algum tema, e o tema escolhido da nossa sala foi Anos 80, por isso estamos bizarros na foto, haha. Mas o que eu queria falar é que eles são os melhores amigos do mundo. Já tem nove anos que nos conhecemos e até hoje nossa amizade continua firme e forte, até hoje mantenho contato e não quero perder a amizade deles nunca. Definitivamente esses amigos fazem parte de mim!

Esses quatro livros na verdade representam todos os livros do mundo, a minha paixão pela leitura. Não sei como é que eu não gostava de ler quando era criança, livros são maravilhosos, me fazem incrivelmente feliz, não consigo viver sem, não consigo passar um dia sequer sem ler pelo menos uma página de algo. Os livros já fazem parte de quem eu sou.

Pouca gente deve saber, mas eu já fiz teatro durante alguns anos. Eu fazia parte do grupo de teatro da escola e depois comecei um curso profissionalizante de artes cênicas. Atuar é uma grande paixão minha e quero poder voltar a fazer teatro algum dia.

Estou amando minha faculdade de Rádio, TV e Internet. É sempre um grande prazer aprender cada vez mais, tanto teoria quanto prática. Essa foto é de um trabalho que participei da faculdade, um programa de TV completo e que recebeu muitos elogios.


Agora as fotos que gostei muito! Lembrando que atualizarei esse post sempre que surgirem fotos novas dos blogs participantes que eu adorar, assim como também dos blogs que indicarem o Livro de Memórias em seus posts:



E o Livro de Memórias foi indicado no blog Across The Universe, da Jú Oliveira. E também no blog Retalho do Dia, da Cacau Ferreira. Obrigada!


Tentação ao Pôr do Sol — Lisa Kleypas

quarta-feira, 4 de março de 2015
Série: Os Hathaways #3

Título original: Temp Me at Twilight
Autor: Lisa Klaypas
Editora: Arqueiro
Gênero: Histórico, Romance
Ano: 2014
Páginas: 272
ISBN: 9788580412345
Lido em: Fevereiro de 2015
Nota: 
Sinopse: Poppy Hathaway está em Londres para sua terceira temporada de eventos sociais. Como nos dois anos anteriores, ela se hospedou com a família no hotel Rutledge. E, como nos dois anos anteriores, tudo indica que retornará a Hampshire sem ter encontrado um pretendente com quem se casar. Apesar de ser extremamente bonita e gentil, Poppy tem duas grandes desvantagens em relação às outras moças: sua inteligência deixa muitos homens acuados e o fato de vir de uma família tão pouco convencional faz com que os melhores partidos nem sequer a abordem.Mas o destino a coloca no caminho de Harry Rutledge, um homem de passado triste, que venceu na vida por conta própria e aprendeu a encarar tudo como um negócio. O dono do hotel não ama ninguém, confia em poucos e manipula todos. Porém, mesmo sendo tudo o que Poppy nunca almejou, ela não pode negar o fascínio que sente por ele. Quando Harry conhece Poppy, é tomado pelo desejo. Ele imediatamente tem a certeza de que a jovem será sua – e, para o bem ou para o mal, não mede esforços para que isso aconteça.Mas fascínio e desejo não serão suficientes para construir sua história, sobretudo quando uma traição põe em jogo as bases do relacionamento. Agora, é entre quatro paredes que eles tentarão resolver problemas e anular diferenças, num romance sensual em que seu futuro juntos pode mudar a cada toque, cada encontro, cada descoberta.

Tentação ao Pôr do Sol é o terceiro livro da série Os Hathaways, escrito por Lisa Klaypas. Demorei muito pra ler e nem eu mesma sei o motivo, ele foi lançado já tem um tempo, mas agora que voltei para terminar essa série estou fazendo isso com uma rapidez impressionante, já que li esse livro em apenas dois dias.

Mas dando continuidade aos romances da família Hathaway, nesse livro teremos a história de Poppy Hathaway e Harry Ruthedge.

A família Hathaway se hospeda mais uma vez no hotel Rutledge para a temporada londrina de eventos sociais, no qual Poppy e Beatrix tentarão arrumar algum pretendente. Essa já é a terceira temporada de Poppy e agora ela finalmente conseguiu conhecer alguém por quem acabou se apaixonando e ele também por ela: Michael Bayning.

Poppy é a quarta irmã dessa família e já passou dos 20 anos. É muito comunicativa, adora conversar sobre diversos assuntos e é muito inteligente. Ela acha que essa característica a afasta de seus pretendentes, pois muitos homens preferem uma mulher que seja quieta, bonita e submissa.

Harry é o proprietário do hotel que a família de Poppy se hospedou. Um homem muito poderoso que sempre consegue o que quer, independente de qualquer coisa. Costuma tratar com frieza a todos que o cercam, mas isso vai mudar quando Poppy desperta a sua atenção e ele acaba se encantando com ela, afinal nunca tinha visto ninguém como ela antes.

Eles se conhecem quando Poppy corre pelo hotel atrás do furão de sua irmã Beatrix, ele roubou a carta de amor que ela recebeu de Michael Bayning e ela não queria que ninguém mais visse. Ela descobre uma passagem secreta, ainda seguindo o furão, e se encontra com Harry.

A atração entre os dois é forte e instantânea. Poppy tenta ignorar isso mais tarde, afinal está apaixonada por Michael. Mas Harry não vai e nem quer esquecer, e por isso sem pensar nas consequências, ele vai bolar um plano que afastará Michael e outro que irá leva-lo ao altar com Poppy, sem deixar qualquer escolha a ela.

Poppy não tem escolha a não ser se casar com Harry depois do escândalo pelo qual passou, para a sua infelicidade, já que não o ama e por isso está decidida a nunca perdoá-lo. Apesar de Harry se afirmar como o vilão, não é o que ele vai demonstrar com suas atitudes, quando se mostra tão preocupado com ela, ao invés de indiferente. Com o tempo Poppy vai percebendo que há muito mais nele debaixo de todo aquele rancor.

Toda a família Hathaway aparece normalmente no livro. Amélia e Cam já estão com um bebê chamado Rye, e Win conta a grande novidade que está grávida, para grande felicidade e preocupação de Merripen. Beatrix é a pessoa que mais apoia o relacionamento de Poppy e Harry, vendo nesse relacionamento algo que pode dar certo antes mesmo de eles dois saberem disso. Leo também aparece bastante, ajudando Poppy sempre que ela precisa do apoio da família; e mais do que nunca ele não vai conseguir deixar de provocar a governanta Catherine Marks, uma moça contratada pela família para fazer de Poppy e Beatrix damas de boas maneiras.


Mais um romance simples e clichê desses que eu amo de paixão! Poppy seguiu um caminho ou pouco diferente de suas irmãs mais velhas. Elas se casaram por amor, enquanto que Poppy casou-se por obrigação e dever, mas claro que mais tarde tudo vai mudar e ela vai aprender a olhar Harry de forma diferente.

Um romance muito fofo e encantador que me prendeu e que não consegui mais largar durante dois dias até terminar, e claro que já estou ansiosa para ler a continuação. Esse livro deixou bem claro que o próximo vai contar a história de Leo e a Srta. Marks. Eles dois tiveram vários momentos juntos, o que me deixou muito curiosa para saber o que acontece a seguir.


A Série:

The Hathaways
1. Mine Till Midnight (2007) – Desejo à Meia-Noite
2. Seduce Me At Sunrise (2008) – Sedução ao Amanhecer
3. Tempt Me at Twilight (2009) – Tentação ao Pôr do Sol
4. Married By Morning (2010) – Manhã de Núpcias
5. Love In The Afternoon (2010) – Paixão ao Entardecer


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