TAG: Viciada em Séries

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

Vi essa TAG no blog Morando Sozinha, e como sou dessas loucas viciada em séries que não vive mais sem, resolvi fazer. Eu não assisto tantas quanto gostaria por falta de tempo, mas vontade com certeza não me falta.


1. Qual a sua série favorita?
Gosto de várias, mas acredito que de todas, a que eu amei mais (e que já acabou) é Lost.

2. Qual série você indica para todo mundo?
Com certeza é Game of Thrones, agrada tanto os meninos quanto as meninas. A história é fabulosa, cheia de acontecimentos inesperados e reviravoltas, estou até mesmo lendo os livros da série. Recomendo!

3. Qual série tem o melhor figurino?
Eu diria que Pretty Little Liars. Não tem como negar que aquelas meninas são estilosas demais e sabem se vestir muito bem. E não só roupa, mas o cabelo e maquiagem também, além do quarto delas que traz a personalidade de cada uma e que também é o sonho de qualquer uma.

4. Qual foi a última série que você assistiu?
Estou tentando assistir a nova temporada de The Vampire Diaries, mas com a correria, tem sido bem difícil. Claro que eu tento fazer um esforço, afinal essa série é uma das minhas favoritas.

5. Já ficou triste com o final de alguma série?
Triste porque acabou ou triste porque não terminou do jeito que eu queria? Se for o primeiro caso, fiquei abaladíssima depois que terminei de assistir Friends, dez temporadas são poucas para mim, hehe. Se for o segundo caso, não, até hoje não me decepcionei com o final de nenhuma série, ainda bem.

6. Qual personagem você gostaria de ser?
São tantas, hahaha! Mas se é pra escolher só um, eu queria muito ser a Caroline Forbes, de The Vampire Diaries. Eu sempre achei que ela é incrivelmente sortuda por ter dois lindões como o Tyler e o Klaus atrás dela, aiai.

7. Qual série você tem vontade de assistir?
Minha lista de séries para começar a assistir de tanto que as pessoas falam bem só aumenta. Uma que pretendo começar a assistir assim que possível é Orange is the new black.

8. Qual série você não tem vontade de começar a assistir?
Nem sei, não me foco muito nas que eu não quero assistir, simplesmente acho que não tem a ver comigo e descarto. Mas pra citar uma (que nem conheço direito) é CSI.

9. Você já assistiu alguma série só por assistir?
Comecei a assistir Gossip Girl e as primeiras temporadas foram bem legais, assisti toda animada. Mas as últimas achei que perderam a graça, daí comecei a assistir só por assistir, já que tinha começado e queria ir até o final, mas não estava mais gostando tanto.

10. Pense em alguém, diga o nome dessa pessoa e fale uma série que vocês gostam em comum.
Não pensei em uma, mas várias. Meu pai e minhas duas irmãs. Nós todos somos viciados em The Big Bang Theory. Uma das melhores séries da atualidade.


Quem quiser fazer essa TAG também, sinta-se livre! Depois me mande o link porque eu adoro conhecer o gosto dos outros para séries ;D

Dear Diary #5

sábado, 15 de novembro de 2014

Minha vida anda uma verdadeira bagunça e correria ultimamente, e isso se deve à faculdade e ao curso de cinema. Todo final de semestre é a mesma coisa. A prova chegando e eu precisando estudar, mas quem disse que os próprios professores deixam? Estão sempre passando trabalhos e mais trabalhos para entregar. Assim fica difícil!

E o curso de cinema então? Estou envolvida com três curtas-metragens, um só já é dor de cabeça o suficiente. Preciso fazer relatórios dos ensaios, o que significa que mesmo não atuando no curta e nem sendo a diretora para ensaiar os atores, ainda assim eu preciso estar presente para anotar tudo o que todo mundo está fazendo.

Também estou procurando desesperadamente um estágio, mas não está sendo fácil mesmo. Ano que vem eu começo o terceiro ano, o que significa que é o último ano para se começar a estagiar, já que a maioria das empresas não aceitam estudantes que estejam cursando o último ano, ou seja, não dá pra deixar pra estagiar em 2016. Eu estou tentando uma vaga na TV Cultura, mas estão demorando demais para me dar uma resposta se passei na ultima entrevista ou se vão marcar uma nova com outro supervisor, e o tempo está passando. Eu tenho uma colega que conseguiu um estágio numa empresa de comunicação, diz ela que o serviço é bem fácil e os colegas são bem legais. Acho que vou tentar lá também, mas o que eu queria mesmo era a TV Cultura.

Bom, diante de tudo isso, acabei deixando o blog de lado durante um longo tempo. Eu estava ficando louca com a obrigação de ter que lidar com a faculdade e o blog, por isso resolvi me dar um tempo livre. Confesso que me senti bastante aliviada por me permitir ter esse sossego por um tempo, mas por outro lado, continuei com a pulga atrás da orelha quando entrava no meu blog de vez em quando e via tudo parado. Eu acho que o problema sou eu mesmo. Não devo me obrigar a postar sempre no blog, mesmo quando não tenho tempo ou vontade, mas também não devo deixar ele parado, se me incomoda tanto.

Não acho que eu vou voltar ainda a postar, afinal estou no auge da correria da minha vida. Voltarei apenas quando estiver mais livre com as obrigações e quando me sentir preparada para isso. Mas calma, isso não significa meses ou anos. Talvez esse mês ou no próximo eu volte a postar com frequência, não sei.

Preciso me organizar mais, e isso é um fato. Meu quarto está uma bagunça (roupas que eu não uso mais ainda guardadas ocupando espaço nas gavetas), meu computador está uma bagunça (imagens e vídeos que nunca vou usar só pesando), livros que eu quero muito ler esperando para serem lidos mas eu continuo sem tempo, o mesmo vale para os filmes e seriados que eu quero assistir. Também não vejo mais meus amigos, não saio, não passeio mais.

Planejo me organizar da melhor forma possível quando as férias chegarem, e a partir daí tentar manter. Nem sei se vou conseguir, mas não custa tentar, afinal sempre sinto uma grande paz de espírito quando vejo minha vida de volta aos trilhos.

Por enquanto é isso, se me der na telha apareço mais vezes com o Dear Diary que me faz tão bem por poder contar pequenas coisas do meu cotidiano.


[Literatura] Em Chamas — Suzanne Collins

domingo, 9 de novembro de 2014
Trilogia: Jogos Vorazes #2

Título original: Catching Fire
Autor: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Gênero: Ação, Aventura, Distopia, Ficção, Romance
Ano: 2011
Páginas: 416
ISBN: 9788579800641
Lido em: Setembro de 2012
Nota:  
Sinopse: Depois de ganhar os Jogos Vorazes, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Os jogos completam 75 anos, momento de se realizar o terceiro Massacre Quaternário, uma edição da luta na arena com regras ainda mais duras que acontece a cada 25 anos. Katniss e Peeta, então, se veem diante de situação totalmente inesperada e, dessa vez, além de lutar por suas próprias vidas, terão que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.

Em Chamas, o segundo livro da trilogia Jogos Vorazes, vai falar das consequências que Katniss terá que enfrentar após ter vencido os Jogos Vorazes. Mais do que nunca, ela e Peeta estão em perigo, pois o que eles fizeram para se salvar foi visto pelas pessoas como um desafio perante a Capital, e não um ato de amor e desespero de perder um ao outro como tentaram fazer parecer, de modo que agora tem acontecido pequenos levantes e protestos em alguns distritos. O que tem deixado o Presidente Snow nada feliz.

Sob ameaça de perder sua família e Gale, Katniss precisa fazer parecer que está profundamente apaixonada por Peeta e que faria absolutamente tudo para ficarem juntos durante a Turnê da Vitória no qual são obrigados a visitar cada um dos distritos para falar um pouco de todos os tributos que eles mataram na arena, falar bem da Capital e mostrar o quão apaixonados eles estão.

Antes fosse apenas a preocupação de ter que arcar com essa encenação de casal apaixonado pelo resto da vida, mas como Katniss ainda é o maior símbolo de rebelião, o Tordo, a Capital dá um jeito de incluí-la obrigatoriamente no Massacre Quaternário.

Os jogos completam 75 anos, momento de realizar o Massacre Quaternário, uma edição especial dos jogos que ocorre a casa 25 anos com regras ainda mais duras. Katniss e Peeta são mais uma vez incluídos nisso.

Para essa edição, os tributos não são sorteados entre os adolescentes de doze a dezoito anos, mas sim sorteados entre os campeões ainda vivos de edições passadas. Ou seja, todos os participantes são campeões, conhecidos e amados pelo público, mortais, profissionais e especialistas.

Quando os tributos são apresentados, é notável a revolta e tristeza de cada um deles por ter que retornar à arena, sendo que eles deveriam ser deixados em paz depois de vencer. Johanna Mason xinga e fala palavrões em entrevistas ao vivo. Outros choram e lamentam. Finnick Odair se mostra preparado e centrado, embora mais tarde fica evidente que está preocupado e perturbado com relação a uma pessoa que é o seu ponto fraco. Os carreiristas dos distritos 1 e 2 são os únicos que parecem felizes em voltar a lutar, pois são matadores profissionais que passaram a vida inteira treinando para isso.

Na arena, Katniss está disposta e proteger Peeta a qualquer custo, nem que para isso ela tenha que morrer. Dessa vez, além de lutarem por suas próprias vidas, eles devem também continuar com sua farsa de casal apaixonado, a fim de proteger seus familiares, amigos e toda a população de Panem.

Mas mesmo que esteja tentando salvar suas vidas não confiando em mais ninguém e matando tanta gente na arena que quer mata-los, Katniss deve se lembrar de quem realmente é o verdadeiro inimigo.


Mais uma vez Suzanne Collins não deixa a desejar quando se trata de mais um livro dessa trilogia que tanto me encantou e viciou. As apresentações e descrições dos personagens, Panem, distritos, Capital e Jogos Vorazes ficou para trás, no primeiro livro. Dessa vez ficamos sabendo de uma população revoltada com a injustiça e exploração, um presidente que bola planos para reestabelecer o controle e ficar por cima sem sujar seu nome ao invés de mandar matar e ficar marcado como o vilão, e Katniss, marcada como o símbolo da revolução sem nunca ter querido isso.

Muita gente pode dizer que o começo do livro é chato, monótono, cansativo, lento, e que somente depois a ação começa. Eu queria dizer primeiramente que é realmente raro um romance contemporâneo me cansar. Eu entendo que não tem jeito, todo livro precisa começar narrando a vida do protagonista, talvez relembrando um pouco acontecimentos importantes de livros anteriores, e só então depois partir para a aventura, que é quando a história “realmente começa”. Então, ao invés de ficar lamentando o início sem ação, eu sou dessas que curte e aproveita ao máximo para tentar entender e me conectar com o personagem.

E segundo, eu diria que nesse livro o foco nem é tanto a ação, mas sim a descrição de tudo o que está acontecendo em Panem, os levantes, as revoluções, a insatisfação das pessoas com a Capital. Então não vá ler esperando o banho de sangue que são esses jogos logo no começo ou pelo menos na metade do livro. Pra falar a verdade, os jogos só começam mesmo do meio para o final do livro, e mesmo assim é uma coisa mais de estratégia na armação de armadilhas, do que matando pessoas de verdade.

A novidade e ação para com esses jogos ficaram no primeiro livro. Já nesse segundo livro, como nós já conhecemos toda a matança, então o foco teve que mudar um pouco.

E mesmo que seja obrigada a encenar um romance com Peeta para todo o país, Katniss também não é indiferente a ele. Ela não tem mais paz de espírito enquanto não tiver certeza absoluta de que ele está bem e seguro, de preferência abraçado a ela, e é somente estando perto dele que ela consegue relaxar, se acalmar e respirar em paz. Ainda não é dessa vez que temos uma Katniss chegando à conclusão de que está amando-o, ela nem sequer tem esse tipo de dúvida, mas nós leitores conseguimos perceber que esse é o caso apenas pelo fato de que ela não consegue mais viver longe dele.

O livro é perfeito na medida certa, como tem que ser mesmo, nem mais e nem menos. Os novos personagens acabam dando um ar mais movimentado, de mudança na vida como a conhecemos, seja ela boa ou ruim. O final é bastante surpreendente, ele termina num ponto que te deixa desesperado para ler o próximo livro para saber o que acontece a seguir. Altamente recomendado!


A Trilogia:

The Hunger Games
1. The Hunger Games (2008) – Jogos Vorazes
2. Catching Fire (2009) – Em Chamas
3. Mockingjay (2010) – A Esperança


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