[Resumo do Mês] Junho de 2014

segunda-feira, 30 de junho de 2014

Esse mês finalmente consegui me dedicar mais ao blog e fazer mais posts. Faz tempo que eu não conseguia isso, então estou aqui bastante surpresa. Antes eu não me organizava, não planejava o dia em que cada post iria ao dar, pois eu tinha certeza de que não conseguiria fazer isso, eu postava o que eu quisesse e quando bem quisesse, mas isso não estava funcionando.

Foi em junho que eu me toquei de uns posts que eu precisava publicar urgente e que não podiam passar desse mês. Fiz primeiro uma lista de todos os posts importantes e urgentes, posts que eu pretendia postar no blog, mas ficava adiando há meses. Depois, fiz uma planilha simples no excel do mês de junho de 2014, um calendário mesmo, e em cada dia específico anotei o post que deveria ir ao ar. Eu não estava muito crente de que iria funcionar, mas resolvi que tentar não custaria nada.

E que surpresa que eu senti quando deu certo! Me ajudou muito a organizar minha vida com relação ao blog, me fez ficar mais comprometida, além de me obrigar a parar de ficar procrastinando e fazer logo o que eu tenho para fazer.

Recomendo muito que vocês façam o mesmo, é realmente muito útil. Aos poucos eu estou investindo na organização da minha vida. Vi que deu certo com o blog, e estou pensando em fazer o mesmo com a minha faculdade e o resto da minha vida. Organização é tudo, evita que a gente se perca nas muitas tarefas que temos sempre pra fazer.

Mas enfim, fiquem agora com os posts desse mês. Pode ainda não ter sido tantos assim, mas comparados aos meses passados, já é alguma coisa:


Literatura:
Amante Consagrado (Irmandade da Adaga Negra #6) – J.R. Ward

Curta Metragem:

Seriado:

RTVI:

Passeio:

Rotaroots:

Outros:


Livros lidos em Junho: 2

21/06: Entre o Agora e o Sempre (Entre o Agora e o Nunca #2) – J.A. Redmerski
28/06: A Escolha (A Seleção #3) – Kiera Cass


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[Meme] Internet Old School

sexta-feira, 27 de junho de 2014
Este post faz parte do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Todas as minhas postagens vão até o ano de 2008, quando fiz 18 anos. Para ler todos os meus posts do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

» Todo mundo tem aquela lembrança dos primeiros sites que entrou, as primeiras amizades que fez, o primeiro endereço de e-mail, a primeira mensagem virtual que mandou. Esse post é para você relembrar os velhos tempos de Internet discada, elegendo seus sites e atividades favoritas na Internet antes das redes sociais.


Ah, a Internet! Eu não era tão viciada em computador quando eu era criança (gostava mais de assistir televisão), mas na adolescência sim comecei a usar mais vezes e me viciei de tal forma que hoje não consigo mais viver sem. Meu vício e admiração pelo conceito de Comunicação Social é tão grande que hoje estou fazendo faculdade de Rádio, TV e Internet.

Eu sei que o tema do meme é falar da minha vivência com a internet em si, mas se formos para voltar no tempo dessa maneira, eu prefiro aproveitar e começar falando de tudo o que eu passei com o computador até chegar à era da internet.


Paint
Meus pais trabalhavam e faziam os trabalhos da faculdade num computador bem antigo que a gente tinha em 1993. Já eu usava esse computador de vez em quando apenas para desenhar no paint quando eu tinha uns 3 ou 4 anos. Para se ter uma ideia, a paleta de cores... não tinha cores! Era tudo preto e branco, cada paleta tinha linhas, uma horizontal, outra vertical, outra na diagonal, outra tracejada, e por aí vai. Eu desenhava uma casa e pintava com essas “linhas”. O computador era monocromático, uma tristeza, hahaha.


Prince Of Persia
Meus pais costumavam também jogar nesse computador o jogo “Prince Of Persia”. Eu não sabia jogar, mas amava assistir eles jogando, torcia para eles passarem pelos obstáculos e chamava ele de “homenzinho de branco”.


Proteção de tela e jogos do Windows
Meu pai comprou o Windows 95. O que eu mais fazia nele era assistir as proteções de tela (labirinto, encanamentos, logo do Windows voando rápido no espaço) e ainda achava demais. E também jogava campo minado (não fazia a menor ideia de como se jogava, eu apenas clicava aleatoriamente e torcia para não achar nenhuma mina), paciência (até hoje eu gosto muito) e pinball.


Twinsen Odyssey
Se tem um jogo que fez parte da minha infância e que até hoje eu recordo com muitas saudades é Twinsen Odyssey. Era um jogo que você mexia com um carinha chamado Twinsen, cujo planeta foi abitado por alienígenas que se diziam amigos, mas agiam de forma suspeita, e Twinsen tinha que investigar e buscar saber a real intenção deles, sem os alienígenas saberem. A partir daí o Twinsen começa a viajar de um planeta para o outro (até mesmo a lua), conhece inúmeras criaturas, vai atrás de objetos que são essenciais para passar para a próxima fase, luta com monstros e muito mais. Levou alguns anos para eu e meus pais zerarmos o jogo, porque é bem difícil mesmo, mas muito legal. Queria poder jogar de novo.


Sim City 2000
Também joguei muito Sim City 2000. Eu adorava construir toda a cidade bem organizada, cheia de cidadãos pacíficos. Eu não gostava quando acontecia coisas como manifestações, terremotos ou ovni’s que abduziam meus imóveis que eu juntei tanto dinheiro para comprar, mas não me importava, reconstruía tudo de novo. Eu seria uma boa prefeita, não? Heheh E eu também adorava construir trilhos de trem, passando por morros, pontes e buracos, só para depois acompanhar o percurso que fazia o trem. Por algum motivo eu achava isso divertido, haha.


Internet discada
Meu pai então pagou um técnico que instalar o Windows 98 no nosso computador e também o que? Internet discada! O Internet Explorer. Eu só tinha permissão para entrar na internet de final de semana, e nem tinha como desrespeitar e entrar durante a semana porque o computador ficava no quarto dos meus pais. A internet discada era tão demorada para conectar que eu costumava sair, ir até a cozinha, preparar um lanche para mim, voltar e ela ainda estava lá conectando.

E claro que houve muitas brigas com minha irmã para usarmos o computador. Nossos pais então estipularam 20 minutos para cada uma. Minha irmã sempre foi pilantra, acabava o tempo dela e só então ela iria dar “tchau” para os amigos com quem estava conversando, ia fechar as janelas, desconectar de não sei onde... tudo isso levava uns 5 minutos porque ela não tinha pressa nenhuma, ou seja, ela acabava ficando uns 25 minutos. Claro que eu não deixava barato e também ficava 25 minutos na minha vez, depois vinha ela e ficava meia hora, e a partir daí as brigas recomeçavam, hahaha.


E-mail
Meu primeiro e-mail, criado em 2004 (aos 13 anos) foi: renata-potter@hotmail.com (fanática por Harry Potter sim ou com certeza?). Eu nem costumava usar muito, só criei um mesmo para poder entrar no Orkut.


Dolls
Já passei longas tardes só montando inúmeras Dolls. Era febre na época. As roupas eram maravilhosas e você podia não apenas montar dolls normais, mas também as temáticas de algum filme, revista etc. Particularmente gostava bastante de Hogwarts e Witch.


Sites de busca
Descobri que eu tinha quatro sites de busca que eu poderia escolher para fazer meus trabalhos escolares: Google, Yahoo, Cadê e Achei. Me lembro bem do dia que eu escolhi o Google como o melhor de todos, sem ninguém me influenciar em nada na minha escolha, e passei a usar ele sempre em tudo... até hoje.


Gifs
Eu já tive um vibeflog onde adorava encher de gifs piscantes cheios de glitter. Eu e umas amigas da escola competíamos para ver quem tinha o vibeflog mais cafona lindo de todos.


Oclumência
Eu era muito fanática por Harry Potter, lia todos os livros e assistia todos os filmes até então lançados inúmeras vezes. Costumava entrar todos os dias num site de Harry Potter chamado Oclumência, atrás de qualquer notícia, imagem, informação, pôster, trailer ou qualquer coisa relacionado. Eles também tinham a melhor galeria do mundo, na minha opinião. As imagem eram todas de altíssima resolução, e eu baixava várias APENAS para colecionar em uma pasta no computador, hehe.


Fanfics
E para saciar a vontade de ler algo mais de Harry Potter enquanto os novos livros não eram lançados, eu costumava entrar em sites de Fanfics para ler várias histórias que eu tanto adorava. Até hoje eu tenho uma conta no Floreios & Borrões e FanFiction, eu usava o pseudônimo de Lady Potter. Minhas autoras de fics favoritas eram a Nani Potter, Tammie Silveira, Ara Potter, Sally Owens e Pati Mello.


MSN
Como não falar do tão famoso MSN (Messenger)? Eu já tinha meu próprio quarto (e o computador ficava aqui) quando comecei a passar várias madrugadas conversando com as pessoas. Os assuntos nunca acabavam, eu sempre me divertia muito falando bobeiras e jogando conversa fora. Às vezes, quando dava 4 ou 5 da manhã, eu me forçava a dar tchau e ir dormir, porque eu não podia parecer cansada no dia seguinte, senão minha mãe deduziria que eu fiquei acordada até tarde e me tiraria o computador. Era preciso levar isso em conta.

Orkut
Veio então o Orkut onde só podia entrar quem recebesse o convite, e pedi para a minha prima me mandar um. Meu Orkut (até hoje eu tenho, mas eu nunca mais entrei) é dessa época. Nem preciso falar mais nada, eu vivia logada nisso, mandava vários scraps e depoimentos para os amigos, escolhia as melhores 12 fotos (que era o limite) para poder postar no meu álbum, fazia parte de inúmeras comunidades e jogava vários joguinhos. E claro, todo mundo se comunicava com “oieeee migaaah, td beim? Só passei pra ti dizer q ti amu muitaum! S2s2s2” kkkkkkk.


Fotolog
Em 2007 criei uma conta no Fotolog junto com umas amigas da escola, e o engraçado é que nós não usávamos tanto para postar nossas fotos e receber comentários. Nosso principal objetivo ali era usar como um diário virtual onde contávamos como foi nosso dia, nossas felicidades e tristezas, animações e dramas. Nós então visitávamos os fotolog uma da outra e comentávamos mais o texto e nem tanto a foto postada. Saudades disso.


The Sims 1
Joguei bastante também The Sims, o primeiro mesmo, que eu peguei emprestado da minha prima. Em relação ao pacote de expansão, eu só joguei o Em Férias, O Bicho Vai Pegar, Superstar e Num Passe de Mágica. Aliás, até hoje gosto muito mesmo de jogar, infelizmente não tenho nenhum, seja o 2, o 3 ou o 4 que ainda vai lançar. Quem quiser me dar de presente, eu estou aceitando! ;)



O que aconteceu depois disso tudo...
- Em agosto de 2011 todo mundo que eu conhecia começou a migrar do Orkut para o Facebook. Eu já tinha criado uma conta lá em 2009, mas nunca tinha usado, então eu só precisei ativar a conta e passei a usar de fato. Em novembro do mesmo ano o Orkut já era considerado abandonado.
- Foi em fevereiro de 2012 que eu cansei do Fotolog (depois de 5 anos) e migrei para o tumblr e comecei a postar lá meus textos sem sentido. Em maio de 2013 migrei aqui para o blog onde permaneço até hoje.





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[Passeio] Teatro: A Madrinha Embriagada

quarta-feira, 25 de junho de 2014

No mês passado, mais especificamente no dia 24/05/2014, eu assisti ao espetáculo A Madrinha Embriagada, no Sesi-SP. Não sei porque demorei tanto para falar disso aqui no blog, foi erro meu, ainda mais porque ele está em cartaz desde agosto de 2013, e termina agora dia 29/06/2014.

Eu sou uma grande fã de teatro. Fiz parte do grupo de teatro da escola no ensino médio (cheguei a fazer o papel da Julieta no 3º ano), e depois, quando terminei a escola, comecei um curso profissionalizante de teatro, chegando a fazer três peças. Infelizmente tive que parar por um tempo, mas agora eu queria poder voltar algum dia e concluir.

Então cheguei até mesmo a ficar emocionada quando fui com meu pai e minha irmã caçula assistir A Madrinha Embriagada. Um espetáculo desses deixa qualquer um sem palavras com tanta beleza, talento, agilidade, preparação.


O jeito como trocavam o cenário, eles faziam parecer tão fácil. Paredes completas descendo do teto, uma porta que se transforma em cama, era tudo muito surreal. E o talento então dos atores? Eles não só encarnam completamente o personagem e dão um show de atuação, mas também possuem vozes para cantar incrivelmente maravilhosas que deixam qualquer pseudo cantor no chinelo. E eles cantam ao vivo mesmo, com orquestra ao vivo, não tem nada de playback.

A Madrinha Embriagada é uma adaptação do premiado “The Drowsy Chaperone”, que fez temporada na Broadway em 2006 e 2007. Ao adaptar a obra, Miguel Falabella remete toda a história para a cidade de São Paulo dos anos 20. Ele mostra uma cidade vibrante e em pleno crescimento, berço dos principais artistas modernistas.


A história começa nos dias atuais, com um fã de musicais, conhecido apenas como o Homem da Poltrona. Ele ouve o disco de um espetáculo chamado A Madrinha Embriagada, que teria estreado no Teatro São Pedro, em 1928. Toda a história ganha vida no palco, com os atores revivendo a trama. E uma coisa que eu achei bem legal, é que de vez em quando o Homem da Poltrona para o disco (consequentemente parando o espetáculo) para contar curiosidades ao público dos atores que deram vida aos personagens nos anos 20. Achei tudo muito interessante mesmo!

Os ingressos devem ser previamente reservados através do site e retirados na bilheteria no dia do espetáculo, totalmente gratuitos.



Direção: Miguel Falabella
Data: De 17 de agosto de 2013 até 29 de junho de 2014
Duração: 110 minutos
Classificação: 10 – Não recomendado para menores de 10 anos
Gênero: Comédia, Musical
Dias e Horários: Quartas, Quintas e Sextas, às 21h. Sábados às 16h e 21h. Domingos às 21h.
Local: Teatro do Sesi-SP – Avenida Paulista 1313, Cerqueira César, zona Oeste, São Paulo
Telefone: (11) 3146-7405
Preço: Grátis
Reservas pelo site: www.sesisp.org.br/meu-sesi


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[Seriado] The Big Bang Theory – 1ª temporada

segunda-feira, 23 de junho de 2014

Criador(es): Chuck Lorre e Bill Prady
Estreia: 21 de setembro de 2007
Nº de episódios: 17
Duração por episódio: 22 minutos
Gênero: Comédia
País de origem: EUA
Elenco: Kaley Cuoco, Johnny Galecki, Jim Parsons, Simon Helberg, Kunal Nayyar
Nota:  
Sinopse: Leonard e Sheldon são físicos brilhantes que entendem como o universo funciona. Mas nada dessa inteligência ajuda os dois a interagir com as pessoas. Tudo isso começa a mudar quando uma jovem bela e liberal chamada Penny se muda para o apartamento ao lado. Sheldon, o colega de quarto de Leonard, contenta-se a passar as noites jogando com os amigos socialmente disfuncionais dos dois, os cientistas Wolowitz e Koothrappali. Mas Leonard vê em Penny todo um novo universo de possibilidades... incluindo o amor.

Os físicos Leonard e Sheldon são grandes amigos que moram juntos e muito inteligentes. Num belo dia eles veem suas vidas mudarem quando uma jovem moça chamada Penny se muda para o apartamento que fica no mesmo andar que eles moram.

Imediatamente Leonard se encanta com ela e vai lhe dar as boas vindas, fazendo-a se sentir muito feliz por conhecer seus novos vizinhos, embora Penny não deixe de reparar o quanto os dois falam e agem de forma estranha, em outras palavras, “nerds”.

Leonard não perde a oportunidade de tentar ajudar Penny no que quer que ela precise, numa tentativa de impressioná-la, e para isso ele vai contar com a ajuda de seus amigos Sheldon, Howard e Raj, o que termina dando sempre terrivelmente errado.

Penny não teve uma grande educação escolar, mas sua personalidade extrovertida contrasta drasticamente com os quatro amigos excluídos, que nunca conviveram antes com alguém como ela. Ainda assim ela é considerada parte do grupo.



Sheldon Cooper (Jim Parsons) é um físico teórico que trabalha na Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia). Possui um temperamento arrogante e pomposo, dizendo que é mais inteligente até mesmo que Isaac Newton. Possui 2 doutorados e um metrado, tendo entrado na faculdade aos 11 anos de idade.
É fã de histórias em quadrinhos, séries de ficção científica, jogos de cartas colecionáveis, vídeo games e RPG. Ele possui problemas de interação social, não consegue entender sarcasmo e realiza comentários ofensivos sem intenção.

Leonard Hofstadter (Johnny Galecki) trabalha como físico experimental na Caltech. Teve uma infância difícil, pois recebia pouco afeto dos pais e muita cobrança nos estudos. Ele é o que melhor consegue conviver e lidar com as esquisitices de Sheldon que são muitas vezes irritantes. Também é muito fã de coisas nerds.

Penny (Kaley Cuoco) é uma garota que veio do interior. Trabalha como garçonete na The Cheesecake Factory, mas ela sonha mesmo em se tornar atriz. Ela não tem a mesma inteligência que os amigos, mas entende muito bem de relacionamentos amorosos, tendo já se envolvido em vários antes de conhecer os amigos, assunto esse que eles não entendem nada. Ele é confusa e desorganizada, mas não se importa muito com isso.

Howard Wolowitz (Simon Helberg) é o único dos amigos que não tem doutorado (sendo constantemente lembrado disso por Sheldon, ao desfavorecer qualquer opinião que ele tenha a dar). Ele mora com a sua super-protetora mãe judia e está sempre tentando conquistar alguma garota, em geral, sem sucesso, e isso inclui Penny.
Ele tem mestrado em engenharia aeroespacial e trabalha no Departamento de Engenharia da Caltech (Instituto de Tecnologia da Califórnia). Além do inglês, ele fala também francês, mandarim, russo, árabe e o idioma klingon, da série de TV Star Trek. Assim como seus amigos, Howard é um grande fã de HQs e super heróis.

Rajesh (Raj) Koothrappali (Kunal Nayyar) é um astrofísico indiano e também trabalha na Caltech. Ele não consegue falar com as mulheres, e sempre que uma está presente, Raj não consegue falar nada em voz alta, tendo que sussurrar tudo no ouvido de Howard. Mas logo ele descobre que consegue falar com as mulheres quando está bêbado, mesmo que ele acabe se tornando extrovertido até demais. Ele é o mais sensível entre os amigos, gostando de livros e filmes que são dirigidos ao público feminino.




 Acho que essa série já estava na quarta ou na quinta temporada (não me lembro agora) quando eu resolvi assistir tudo na íntegra. Começou com eu assistindo um episódio ou outro na televisão, junto com meu pai e minhas irmãs, acabei gostando tanto que resolvi acompanhar.

Eu não diria que chegou ao nível de Friends, mas que é muito boa, isso sim com certeza é. Eu só não gosto do fato dos episódios terem apenas 22 minutos de duração, eu estou me divertindo e rindo tanto durante o episódio que nem vejo o tempo passar e por isso acaba muito rápido, na minha opinião. Bem que podia durar 45 minutos como a maioria dos seriados.

Mas gostei muito dessa proposta que traz o seriado. Um grupo de amigos nerds que são muito inteligentes e que adoram histórias em quadrinhos e super heróis. De repente chega a Penny nesse grupo que é considerada “um ser estranho” pelos amigos, tanto quanto a Penny os acha estranhos também. Mesmo assim todos eles se dão super bem e aprendem muito uns com os outros.

Essa primeira temporada é bem simples, basicamente se focando em apresentar os cinco personagens principais, o que cada um é e como vivem. Cada um deles é um mundo a ser descoberto, todos com suas qualidades e “estranhezas”, mas todos muito divertidos.

Essa temporada teve apenas 17 episódios porque houve uma greve de roteiristas que atrasou as filmagens. E uma curiosidade é que um professor de física e astronomia da Universidade da Califórnia, David Saltzberg, costuma revisar os roteiros e fornecer diálogos, equações matemáticas e diagramas que são utilizados na série.

Série recomendadíssima!


A série:

The Big Bang Theory
1ª temporada (2007)
2ª temporada (2008)
3ª temporada (2009)
4ª temporada (2010)
5ª temporada (2011)
6ª temporada (2012)
7ª temporada (2013)
8ª temporada (2014)


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[Meme] Top Coisas Favoritas das Festas Juninas

sábado, 21 de junho de 2014
Este post faz parte da blogagem coletiva do Rotaroots, um grupo de blogueiros saudosistas que resgata a velha e verdadeira paixão por manter seus diários virtuais. Para ler todas as blogagens coletivas do Rotaroots, clique aqui. Quer participar? Então faça parte do nosso grupo no Facebook e inscreva-se no Rotation.

» Comida, roupa, tradições, festas, músicas. Você escolhe o que mais gosta e elege aqui.


Se tem uma lembrança maravilhosa da minha infância são as das festas juninas.

Durante toda a minha infância e adolescência eu morei num terreno que pertencia ao meu avô e onde todos os filhos dele (meus tios) construíram casa quando cresceram e casaram, inclusive minha mãe.

E todo mês de junho meu avô fazia questão de fazermos uma festa junina com tudo o que tem direito: quadrilha, comidas caipiras, bandeirinhas, músicas típicas e principalmente uma fogueira gigantesca. Claro que eu SEMPRE me vestia de caipirinha nessas festas, sempre o mesmo vestido xadrez azul e o chapéu de palha com tranças que eu tanto adorava. Todo mundo chamava também os amigos mais próximos para vir nessa festa que acontecia na casa dos meus avós nesse terreno, e a coisa toda se tornava um grande acontecimento.

Houve alguns anos em que eu e uns primos e primas nos juntávamos para montar uma barraca de tombar lata. Nós enchíamos umas meias velhas de terra, enrolávamos numa bola, empilhávamos várias latas numa mesa velha e pronto. Quem quisesse jogar, era preciso pagar um pedaço de bolo, um saquinho de pipoca ou um copo de refrigerante (coisas que tinha na festa e podíamos ir buscar pra comer a hora que quiséssemos).
As outras crianças que vinham na festa que pagava essas coisas para poder brincar. Cada uma tinha três chances para derrubar tudo, e o prêmio para quem derrubasse era receber seu “pagamento” de volta (o pedaço de bolo, o saquinho de pipoca ou o copo de refrigerante) hahahaha.
Chegava uma hora em que ficávamos com muito “pagamento” lá na barraca, então dávamos uma pausa para colocar tudo numa bandeja (limpa, claro) e saíamos pela festa oferecendo para quem quisesse.


Mas lembranças à parte, vamos ao tema do Rotaroots desse mês:


DECORAÇÃO
Bandeirinhas e balões enfeitando todo o lugar e dando um ar mágico, não tem como não entrar no clima da festa depois disso. Me lembro até hoje da felicidade que eu costumava sentir sempre que via minhas primas mais velha pendurando bandeirinhas por toda a parte na casa da minha avó, por conta da festa que teria naquela noite.



COMIDAS
Como não amar as comidas que são servidas nas festas juninas? Quero dizer, não sou muito fã de milho, quentão, arroz doce, pamonha etc. Mas em compensação nunca dispenso pipoca, cocada, paçoca, bolo de fubá, bolos de chocolate e principalmente frutas mergulhadas no chocolate.



ROUPAS DE CAIPIRA
Como era de praxe, todo ano eu fazia questão de me vestir de caipira, com direito a chapéu de palha, duas tranças, maquiagem de pintinhas nas bochechas e meu vestido xadrez azul (que minha mãe guarda até hoje). Crianças vestidas assim são lindas e muito fofas. Infelizmente isso está se perdendo com o passar do tempo. Eu tenho notado que as meninas a partir dos sete anos tem se vestido mais como cowgirls (short curto, blusa xadrez amarrada na frente, bota, chapéu de vaqueiro), o que é uma pena.



JOGOS E BRINCADEIRAS
Barracas de jogos (pescaria, jogar argola, tiro ao alvo, tomba lata, beijo) e brincadeiras como corrida de saco, levar um ovo na colher que vai na boca sem deixar cair, pescar uma maça na água com a boca. Tudo isso em troca de pulseirinhas de plástico, bombinhas, ursinhos de pelúcia, algodão doce ou qualquer brinquedinho de 1,99. Era diversão na certa!



QUADRILHA
Festa junina que não tem quadrilha não é festa junina. Dançada aos pares por crianças e adultos que caminham pela roça, sendo guiados pelos noivos ao lugar onde acontecerá o casamento caipira que reproduz costumes do interior. Eu sempre quis ser a noiva, mas nunca tive a oportunidade (#chatiada hahaha).



FOGUEIRA
Tem coisa mais gostosa do que ficar reunida com os amigos e familiares ao redor de uma fogueira quentinha numa noite fria de São João? Depois de tanto correr, brincar, comer e pular, eu canso mais para o final da festa e fico lá me aquecendo na fogueira e sentindo uma grande paz interior. Minha mãe não gostava muito porque depois eu ficava cheirando a fumaça, mas eu nem ligava, valia a pena.






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[RTVI #3] Radionovela: Doce Veneno

sexta-feira, 20 de junho de 2014

Além da websérie, esse semestre eu e meu grupo da faculdade tivemos que fazer também uma radionovela de 10 minutos. Ela deveria ter dois capítulos de cinco minutos cada.

Não poderia ser exatamente igual, mas a radionovela deveria ter bastante a ver com a história da websérie. Resolvemos então contar a história da Paola, um acontecimento do passado dela que deixa bem claro o jeito dela de ser e tudo o que aconteceu na vida dela, antes de ser vizinha do Tiago.

Conversamos e criamos a história de que Paola sempre foi uma moça muito ambiciosa que detestava ser pobre. Ela tem uma melhor amiga chamada Clara, e essa amiga tinha um noivo chamado Fábio que era um rico empresário. Lógico que Paola ficou interessada nele, seduziu-o e o roubou da amiga, sem pensar nos sentimentos de Clara que jurou vingança.

Dessa vez não fui eu quem escreveu o roteiro, mas eu ajudei a desenvolver a história. Também fiz a voz da Clara (saiu horrível, eu sei, não tenho vocação para ser dubladora). A arte da capa foi uma coisa bem simples, não precisávamos de fotos para a capa porque não tivemos um ator certo para cada personagem. E claro que foi muito mais fácil produzir a radionovela do que a websérie, basicamente só precisávamos falar bem as falas dos personagens.

E claro, a radionovela também foi bastante divulgada nas redes sociais e apresentada para os professores.



Sinopse da radionovela Doce Veneno: Paola, uma jovem atraente e interesseira, é uma falsa amiga para Clara. Por querer subir na vida, ela dá um grande golpe em sua amiga, seduzindo e acabando por roubar o noivo dela, tendo assim acesso ao dinheiro dele e fazendo-o provar de seu doce veneno, sem Fábio saber que pode ser fatal.
(Essa sinopse também foi escrita por mim, haha)

Radionovela: Doce Veneno – Capítulo 1



Radionovela: Doce Veneno – Capítulo 2



As radionovelas estão quase extintas hoje em dia, afinal as pessoas levam uma vida tão corrida e atarefada que elas não tem tempo para sentar e ouvir rádio, prestar atenção, apenas ouvindo, uma história.

Mas eu acho que as pessoas deviam ouvir radionovela sim mesmo quando estão na correria, como uma forma de entretenimento, seja quando estão no carro presas no trânsito, com fones de ouvido no metrô, enquanto faz os exercícios na academia, caminhando na rua etc.


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[RTVI #2] Websérie: Êxtase

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Um dos trabalhos que eu e meu grupo na faculdade tivemos que fazer esse semestre foi uma websérie de 6 minutos. Deveria ter dois episódios no qual durariam 3 minutos cada. Teríamos que pensar numa história original ou então nos basearmos em algum conto, transformaríamos aquilo num roteiro de televisão, produziríamos, filmaríamos, editaríamos, divulgaríamos e por fim apresentaríamos para os professores e nossas colegas.

As webséries são na verdade séries de televisão aplicadas ao universo da internet, mas com menor tempo. E não estou falando de vídeos amadores, mas sim vídeos de grande produção, bons roteiros e finalização impecável. São produções que competem de igual para igual com as séries televisivas. Podem ser disponibilizadas por qualquer um no youtube e serve como um ótimo portfólio para mostrarmos nossos trabalhos.


Bom, eu e meu grupo (total de 7 pessoas) formamos uma agência produtora de conteúdo chamada Cineart Produções. Para esse trabalho nós resolvemos nos basearmos no conto “Amanhã Vai Ser Melhor”, do Wander Piroli.

Ele conta a história de uma secretária que vai até a sala de um chefe que trabalha no prédio ao lado do seu. Ela usa a desculpa de que estava fazendo café, mas ficou sem açúcar e veio pedir um pouco para ele. Nisso, ela não deixa passar a oportunidade de seduzi-lo, e ele é claro, não a dispensa e entra no jogo dela. Ela promete que eles vão sair juntos e ter uma noite maravilhosa, e quando ele pergunta o que vai ser do dia seguinte, ela diz que ainda não sabe, só o que ela sabe é que hoje será bom, mas amanhã será melhor (o nome do conto).

Nem preciso falar que foi uma grande correria fazer esse trabalho! Eu fui a roteirista, encarregada de transformar o conto em roteiro de televisão. Eu estava sempre mostrando aos colegas do grupo e aos professores como estava ficando, e sempre ouvia as sugestões de melhorias. Ele passou por várias alterações, até chegar na versão final que foi a 9.

Capa do DVD

Como nossa história era apenas baseada no conto, e não adaptada, eu estava livre para fazer as mudanças que eu quisesse, desde que mantivesse a essência da história. Acabei escrevendo a história de uma moça chamada Paola que sempre esteve interessada em seu vizinho, Tiago, que é músico. Querendo conversar com ele e conhecê-lo melhor, ela vai até o apartamento dele com a desculpa de que estava fazendo café, mas ficou sem açúcar. Eles conversam, se interessam um pelo outro, ela vai embora e volta toda arrumada com um pouco de café para ele, e eles combinam de sair. Paola prometendo que a noite vai ser boa, mas que amanhã será bem melhor.

Precisávamos de um apartamento para as filmagens, e como eu era a única do grupo que mora em um, todos vieram aqui em casa – com todos os equipamentos de filmagens que pegamos emprestado da faculdade (câmera, tripé, luz, claquete, branco, microfone boom) – para filmar. No dia 1 nós gravamos os episódios 1 e 2, mas depois vimos que não ficou legal e resolvemos gravar tudo de novo, cada um em um único dia. Então no dia 2 gravamos o episódio 1, e no dia 3 gravamos o episódio 2.

Parte do grupo

Foi tudo muito cansativo, passamos nervoso com integrantes do grupo que chegavam tarde ao local de filmagem (meu apartamento). A atriz que iria ser a Paola desistiu justo no segundo dia de filmagem, e uma menina do nosso grupo teve que fazer o papel de última hora. Filmar a mesma cena três vezes (fazer três planos diferentes) porque só tínhamos uma câmera. Tivemos que pensar no almoço do elenco e da equipe, coletar a assinatura dos atores onde eles autorizavam o uso de imagem e voz deles, fazer o cabelo e maquiagem, objetos de cena, os sons externos de vizinhos falando alto atrapalhou muito, assim como a forte luz do dia que deixava a cena escura na câmera (sem contar o calor) etc.

Nessa hora, eu também fui a diretora principal onde coordenava todo mundo, além da continuísta e da pessoa que bate a claquete (cena 1, plano 1, tomada 1).

Bastidores

Quando tudo isso finalmente terminou, pelo menos EU pude dar uma pequena relaxada. Eu já tinha participado ativamente dos dois primeiros processos nesse trabalho (roteiro e filmagens), agora um colega do grupo começou a cuidar de toda a edição, já que eu não entendo absolutamente nada disso. Ele também cuidou das fotos para a capa do DVD e de toda a arte, onde ficaria o CD da websérie. Faríamos várias cópias de tudo isso e entregaríamos uma para cada professor poder assistir e avaliar.

Depois de toda a edição feita, veio a quarta e última parte que seria a divulgação. Criamos uma fanpage da nossa agência Cineart Produções, um instagram e uma conta no youtube. Começamos a fazer propaganda dos nossos vídeos para os colegas e amigos não perderem quando lançar. Confesso que nessa parte de divulgação e fazer propaganda eu não sou muito chegada, isso é mais da área de quem faz Publicidade e Propaganda, não é a toa que eu resolvi não cursar isso.

Por fim apresentamos o trabalho para os professores e colegas e... acabou!

Apresentação do trabalho

Sinopse da websérie Êxtase: Paola é uma jovem que não deixa de reparar em seu vizinho quando se muda para o apartamento em frente ao dele. Querendo conhece-lo melhor, ela usa a desculpa de que estava fazendo café, mas ficou sem açúcar. Tiago se apressa em ajuda-la no que for preciso, iniciando-se assim uma grande atração que vai leva-los ao êxtase.
(Não que tenha importância, mas essa sinopse foi escrita por mim, hahaha)


Websérie: Êxtase – Episódio 1: Primeiro Contato



Websérie Êxtase – Episódio 2: Amanhã Será Bem Melhor



O Making Off (erros de gravação e bastidores das filmagens) você confere aqui: EPISÓDIO 1 e EPISÓDIO 2.


Foi tudo muito cansativo, ao extremo, é realmente complicado trabalhar com pessoas que não se comprometem, não se preocupam sequer em buscar saber o que está acontecendo no trabalho, e encontramos pessoas assim ao longo de toda a nossa vida. Mas o importante é não desistir e seguir em frente sempre. Uma hora a gente acaba encontrando pessoas que são tão comprometidas com o trabalho quanto você, e daí sim tudo se torna muito mais prazeroso.


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